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Design, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
Maravilhoso trabalho dos estudantes da Vancouver Film School, Aaron Chiesa, Hendy Sukarya, Lisa Temes and Toru Kageyama. Um fantástico trabalho, exemplo de como podemos por meio de uma redação visual, transmitir informações graficamente de maneira interessante e impactante. Neste caso, o trabalho aborda a grande influência que os blogueiros exercem no Irã, o que incluse tem motivado muitas prisões conforme informa o Global Voices.
IRAN: A Nation Of Bloggers from ayrakus on Vimeo.
Ciber-debate, Design, Salada total »
por Francisco Arlindo Alves
É uma estupidez. É pior do que estupidez… É uma campanha de marketing… Esta opinião sobre ascensão da Cloud Computing foi proferida esta semana pelo ativista político do software livre Richard Stallman e tem gerado polêmica.
Cloud Computing (computação em nuvem) é uma arquitetura de computação cada vez mais utilizada e que consiste na virtualização de aplicativos, processamento e armazenamento de dados. Exemplos de Cloud Computing mais famosos são os aplicativos do Google como Google Docs, Gmail ou o Adobe Photoshop Express, eles permitem que computadores menos potentes possam ter acesso a recursos poderosos em servidores na Web muitas vezes de forma gratuita.
O que os críticos da Cloud Computing alegam é que os serviços disponibilizados mais perigosos do que os do software proprietário tradicional, pois além do usuário não ter acesso ao código do software (como sempre aconteceu com o Windows), a própria produção usuário fica arquivada no computadores do proprietário do software (como acontece no Google). A inacessibilidade do código prejudica a inovação e oculta uso que empresas como o Google fazem de milhões de informações recolhidas em sua “nuvem”, o que gera suspeitas de estratégias de monopólio, controle e dominação.
A discussão entre prós e contras da fala de Stallman é polêmica, no Maestros del Web por exemplo, um fórum de desenvolvedores latino americanos, os defensores da Cloud Computing defendiam a praticidade e conforto de poder acessar dados de qualquer lugar e de usar recursos poderosos de computação de maneira gratuita, Leia o texto completo »
Design, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
Qualquer coincidência é mera semelhança com a realidade, e voce pode estar infringindo direitos de propriedade intelectual.

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Ciber-debate, Design »
por Francisco Arlindo Alves
[...] continuação de “A trapaça do design” [...]
Podemos pensar na função mediadora do design, que por meio da superação da separação entre arte e técnica, nos proporciona viver de modo cada vez mais artificial (mais bonito), substituíndo o que é autêntico por artefatos artificiais perfeitos ( Flusser, 2007). Se pensamos na abordagem de Vygostsky podemos sugerir que o design modifica a forma social e o desenvolvimento cultural das sociedades o que resulta no condicionamento do comportamento.
“Graças a palavra design toda cultura é uma trapaça, de modo que somos trapaceiros trapaceados, e de que todo envolvimento com a cultura é uma espécie de auto-engano” (FLUSSER, p. 185). Leia o texto completo »
Ciber-debate, Design, Destaques »
por Francisco Arlindo Alves
O filósofo Vilém Flusser (2007), em seu texto “Sobre a palavra design” sugere que o design faz com que toda cultura seja uma trapaça. Analisaremos brevemente alguns aspectos deste ensaio relacionado-os com a teoria sócio-histórica de Vygotsky.
Utilizando como exemplo a alavanca, Flusser afirma que o seu design é uma imitação do braço, um braço artificial que busca enganar a natureza por meio da técnica.
“Esse é o design que esta na base de toda cultura: enganar a natureza por meio da técnica” .(FLUSSER, p.184)
Neste sentido Engels em seu trabalho “A dialética da Natureza” afirma que a especialização da mão, conforme (1976, p.40), resulta na surgimento do instrumento (ferramenta), “e o instrumento implica a atividade especificamente humana, a reação transformadora do homem sobre a natureza… O Homem difere dos outros animais porque faz com que a natureza sirva aos seus propósitos, dominando-a”. Para Flusser, um ser humano é um design contra a natureza.
A função de elemento mediador nos processos de interação do homem e seu ambiente atribuída por Engels aos “instrumentos”, foi estendida aos signos pelo psicólogo russo Vygotsky (1984, p.9). Em sua teoria sócio-histórica desenvolvida em colaboração com o neuropsiquiatra Luria “os sistemas de signos (a linguagem, a escrita, o sistema de números), são criados pelas sociedades ao longo do curso da história humana e mudam a forma social e o nível de seu desenvolvimento cultural”. A analogia entre o signo e o instrumento esta fundamentada na função mediadora presente nestes conceitos.
Para Vygotsky o controle da Natureza e o controle do comportamento estão interligados, a intervenção do homem sobre a natureza altera a própria natureza humana. Da mesma forma o uso de signos condiciona o ser humano a uma estrutura particular de comportamento e cria processos psicológicos enraizados na cultura. [...] continua em “A trapaça do Design II”.




