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Ciber-debate, Salada total »
por Francisco Arlindo Alves
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Edupunk is an approach to teaching and learning practices that result from a do it yourself (DIY) attitude
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O nome do blog é provocativo: Não use o google, mas seus cérebros
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Excelente texto de Michel Bauwens traduzido pelo Miguel Caetano
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Livro: “Dominio abierto. Conocimiento libre y cooperación de Igor Sádaba. Com textos de Michel Bauwens e Geert Lovink
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CINELAN is filmmaker-driven, video publisher dedicated to delivering new audiences and ongoing revenues to documentary filmmakers through the worldwide syndication of professionally-produced, three-minute films.
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inscrições abertas para festival de arte e tecnologia open source PIKSEL na Noruega.
Ciber-debate »
por Francisco Arlindo Alves
Divulgação deste evento importante que acontece hoje em São Paulo. Abaixo reproduzo o texto sobre o ato do Blog do ativista Sergio Amadeu:
“A Internet é uma rede de comunicação aberta e livre. Nela, podemos criar conteúdos, formatos e tecnologias sem a necessidade de autorização de nenhum governo ou corporação. A Internet democratizou o acesso a informação e tem assegurado práticas colaborativas extremamente importantes para a diversidade cultural. A Internet é a maior expressão da era da informação.
A Internet reduziu as barreiras de entrada para se comunicar, para se disseminar mensagens. E isto incomoda grandes grupos econômicos e de intermediários da cultura. Por isso, se juntam para retirar da Internet as possibilidades de livre criação e de compartilhamento de bens culturais de de conhecimento.
Um projeto de lei do governo conservador de Sarkozi tentou bloquear as redes P2P na França e tornar suspeitos de prática criminosa todos os seus usuários. O projeto foi derrotado.
No Brasil, um projeto substitutivo sobre crimes na Internet aprovado e defendido pelo Senador Azeredo está para ser votado na Câmara de Deputados. Seu objetivo é criminalizar práticas cotidianas na Internet, tornar suspeitas as redes P2P, impedir a existência de redes abertas,
reforçar o DRM que impedirá o livre uso de aparelhos digitais. Entre outros absurdos, o projeto quer transformar os provedores de acesso em uma espécie de polícia privada. O projeto coloca em risco a privacida de dos internautas e, se aprovado, elevará o já elavado custo de comunicação no Brasil.
Gostaríamos de convidá-lo a participar do ato público que será realizado no dia 14 de maio, às 19h30, em defesa da
LIBERDADE NA INTERNET
CONTRA O VIGILANTISMO NA COMUNICAÇÃO EM REDE
CONTRA O PROJETO DE LEI SUBSTITUTIVO DO SENADOR AZEREDO
O Ato será na Assembléia Legislativa de São Paulo e será transmitido em streaming para todo o país pela web.
PLENÁRIO FRANCO MONTORO
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO
AV PEDRO ALVARES CABRAL S/N – IBIRAPUERA
O Ato também terá cobertura em tempo real pelo Twitter e pelo Facebook.
Contamos com a sua presença. “
Ciber-debate, Inteligência Coletiva, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
Diversas publicações no mundo, como por exemplo as revistas The New Yorker e Time estão publicando artigos prevendo o fim dos jornais. Esta morte anunciada tem como um dos seus principais fatores a decadência do jornal impresso, e neste cenário pessimista o recente lançamento do novo leitor de documentos eletrônicos da Amazon, o Kindle DX, foi recebido como uma potencial tábua de salvação para um futuro improvável. Com sua tela maior, ele se adapta de maneira mais eficiente a leitura do tipo de conteúdo produzido por jornais.
Grandes publicações têm visto suas receitas caírem com a diminuição das vendas da versão impressa e baixo retorno da publicidade de suas versões online. Como estratégia para reverter esta situação, New York Times, Washington Post, Boston Globe pretendem oferecer “gratuitamente” o Kindle aos assinantes que não puderem receber o jornal impresso onde residem. O leitor da Amazon pode proporcionar em sua tela uma legibilidade tão boa quanto o papel impresso, por meio de sua tecnologia de tinta eletrônica sem emissão de luz. A leitura se torna menos cansativa do que nas telas dos computadores, e pode ser feita de qualquer ângulo ou sobre a luz natural. A intenção das empresas jornalisticas em valorizarem as assinaturas pode configurar uma tendência de um retorno a idéia de conteúdos fechados aos assinantes.
Esta semana o respeitado escritor e jornalista americano Gay Talese disse em entrevista na folha: “…New York Times… se encontra em uma situação econômica alarmante.. Vários erros foram cometidos ali. O principal deles foi terem aberto seu conteúdo on-line…” . A questão é se ainda é possivel de voltar atrás diante das tecnologias disponíveis hoje em dia.
Pensando no jornal impresso em termos de usabilidade no meu dia-a-dia, procuro otimizar meu tempo tentando ler o jornal, no metrô ou no ônibus ou na hora do almoço dentro de restaurantes que consistem em lugares apertados, cheios de pessoas competindo por um pouco de espaço. Mas nestes ambientes uma das coisas que mais me atrapalha no jornal são as suas dimensões. Quando o formato da publicação é o “tablóide europeu” (Zero Hora, 25 cm x 35 cm) tudo bem, é mais fácil… mas quando o formato é standard… (Folha de São Paulo) ler um jornal se torna um grande exercício de contorcionismo, malabarismo, estratégias de demarcação de territórios e técnicas japonesas de origami.
Uma das vantagens alardeadas do Kindle DX é sua tela maior, o que chega a ser uma boa vantagem com relação a este meu problema quando comparamos seus 10 centímetros aos aproximadamente 56 centímentros do formato standard Folha de S.Paulo. (Mas espero que em breve inventem um Kindle “dobrável”)
A idéia de escrever este texto, foi inspirada na leitura de um post no blog do pesquisador Alex Primo em que ele fala de sua experiência de ler um jornal: “…A leitura de um jornal faz parte de nossos hábitos. Gosto de ler a Zero Hora de manhã na mesa do café. Seria muito chato levar o notebook para a cozinha! E leio a Folha de São Paulo durante o almoço...”
Refletindo sobre isso, em termos do que podemos sentir ao experienciar a leitura de um jornal impresso, o Kindle pode ser uma faca de dois gumes para as empresas jornalísticas, resolve sob o ponto de vista do conforto e comodidade facilitando a leitura de conteúdos jornalísticos mais aprofundados, mas pode eliminar o que era uma vantagem e motivação de se comprar um jornal impresso, acirrando a competição entre conteúdos disponibilizados gratuitamente pelos usuários na internet e os criados pelas empresas jornalísticas. Enquanto o Kindle não disponibilizar uma interface para Web esta competição poderá ser adiada, mas isso parece uma questão de tempo até que estas telas com maior legibilidade cheguem a todos computadores e laptops e smartphones.
Sobre estas novidades tecnologicas, uma das coisas que me incomoda um pouco é ter que atravessar a cidade carregando mais uma parafernália, além do laptop e celular e outras bagagens tecnológicas. Espero que haja uma evolução, na direção da convergência em seu sentido clássico, como preconizava por Negroponte no MIT no final dos anos 1980 que vem a ser um convergir de aparelhos e tecnologias. Já a convergência em sua conceituação mais moderna é um modelo mais abrangente que atinge não só aspectos tecnológicos e econômicos mas também culturais como tem proposto Henry Jenkins. E neste contexto o jornal tradicional vai se tornando cada dia mais, um tipo de cadáver impresso frente aos gigantescos fluxos de conteúdos que se deslocam pelas redes, e o grande dilema dos jornais é encontrar um novo formato e um novo modelo de négocio que se adapte a esta nova realidade. Será este um fim de um começo ou o começo de um fim ?
Referências:
Cultura da Convergência – Henry Jenkins.
Vida Digital – Nicholas Negroponte
New Maps for Old?: The Cultural Stakes of ’2.0′ – Caroline Bassett
Poderá o Kindle DX salvar os jornais? – Alex Primo
Jornal: o cadáver impresso – Jardel Dias Cavalcanti
Ciber-debate, Design, Inteligência Coletiva »
por Francisco Arlindo Alves
Lembro que uns tempos atrás tentei começar a colaborar com a Wikipedia em português escrevendo um artigo sobre o FILE – Festival Internacional da Linguagem Eletrônica que é um dos mais importantes eventos de arte e tecnologia do Brasil.
Estava começando a escrever colocando as informações básicas, onde era o festival, do que se tratava, sua relevância internacional, os artistas que participavam. Meu artigo não foi aprovado porque, segundo o administrador, o festival não foi considerado um tema relevante.
O censor provalmente não entendia nada do assunto e esperasse uma fonte do Portal G1 (que tem pouca relavância para tema) no lugar de link para os trabalhos de artistas e teóricos de importância internacionacional como um Ted Nelson.
O que acontece é a ironia de termos um link para este importante festival brasileiro na Wikipédia em inglês e simplesmente não existe um verbete na versão em português .
Isso apesar da própria Wikipédia em português confirmar num artigo sobre arte interativa que na “América do Sul o maior evento é o File Festival que acontece na cidade de São Paulo no Brasil”.
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Esta é uma reprodução de um comentário que fiz a um texto no Blog do Pedro Dória em que ele faz uma crítica aos censores na Wikipedia em português, que acabam desestimulando a colaboração, o que torna o ambiente pobre em contribuições. Pedro reforça o que também foi exposto há pouco tempo por Juliano Spyer no Nãozero denunciando uma mentalidade colonialista, que parece bem o que acontece neste caso do FILE.
Artigo wikipédia em inglês sobre o File Festival
[ aqui ]
Artigo sobre arte interativa que afirma a importância do FILE, em contradição do que afirmou o administrador (Espero que não apagem!)
[ aqui ]
Ciber-debate, Destaques, Inteligência Coletiva »
por Francisco Arlindo Alves
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por Francisco Arlindo Alves
PREVIEW:
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por Francisco Arlindo Alves
Internet sem fio como um serviço público e gratuito tem sido uma tendência em diversas cidades do mundo como em Montreal (possibilitando games locativos) , Saint Louis Park (internet movida com energia de painéis solares) e outras cidades. A idéia de internet como um serviço público fundamentou a programa de Obama sobre o Internet. Aqui em São Paulo, apesar deste tipo de proposta não ter sido tratada seriamente durante a campanha eleitoral, a prefeitura iniciou recentemente a louvável política de disponibilizar alguns pontos com internet livre na cidade.
Entretanto quem decide o que você pode acessar neste “serviço público” é a própria prefeitura. Ela proíbe o acesso a vários serviços com um critério um pouco duvidoso, e além disso, tem a prerrogativa de monitorar os conteúdos. Conforme informa o texto em seu portal:
“[...] O usuário não poderá mostrar texto ou imagens considerados abusivos, nem acessar sites pornográficos, games on-line; bate papo da internet, sites de relacionamento, ou quaisquer outros portais cujo conteúdo não seja informativo ou educacional, conforme a Lei Municipal nº 14.098 [...]“.
A referida lei municipal aprovada em 2005 é bastante ambígua e discriminatória e dá um super-poder ao executivo. Diz o texto da lei: “[...] Sites que tenham conteúdo de sexo, drogas, pornografia, pedofilia, violência e armamento, dentre outros, a critério do Executivo, devem ser proibidos [...]” Isso dá margem para que o executivo tenha ampla liberdade para estipular qualquer critério, como proibir “games on-line; bate papo da internet, sites de relacionamento” com argumento que irá proteger a juventude de qualquer coisa ilícita.
O próprio termo “site de relacionamento” é bem vago, de forma que filtros ou “censores” da prefeitura poderiam excluir qualquer comunidade online de qualquer grupo organizado, argumentando um suposto potencial perigo de se infringir a lei nº 14.098. O que pode ser considerado uma forma de censura.
Além disso, a contradição da monitoração dos usuários é ela poderia ser considerada ilegal sob a ótica de outra lei. Em favor da privacidade, a lei sobre o sigilo telefônico que está sendo aprovada no senado garante constitucionalmente a privacidade de comunicação telefônica, de informática ou telemática. Somente um Juiz pode aprovar a quebra deste sigilo. Leia o texto completo »
Ciber-debate, Salada total »
por Francisco Arlindo Alves
Dois comentários sobre fatos e acontecimentos do Brasil, repercutindo lá nos domínios do Obama:
1- Estados Unidos importam táticas do MST. O escritor Bruce Sterling mostra como sindicatos de indústrias em Chicago enfrentam a crise econômica se inspirando em estratégias do MST brasileiro e outros movimentos latino-americanos. Com abordagens de ocupação do polos produtivos que impedem que as industrias fechem, os trabalhadores já tem conseguido negociar o recebimento de dívidas trabalhistas, reativar as atividades ou buscar novos compradores para a empresa falida. Estas práticas tem contado com aprovação pelo público em geral e recebido apoio e doações de todo país. ( Neste aspecto, é bem ao contrário do que acontece no Brasil, onde se privilegia a propriedade, ao invés da produção ).
Confira em: Worker Occupation in the USA
2- Existe uma cultura do pistolão virtual nos incentivos fiscais a cultura? (lei Rouanet). O que a Rede Globo faz é uma apropriação e doutrinação da cultura popular? Site Overmundo, telecentros e novas mídias no país promovem a democratização? Tudo isso é comentado pelo teórico do P2P, o belga Michel Bauwens, que revela suas primeiras impressões do livro do estudioso brasilianista americano Brian McCann : Throes of Democracy: Brazil since 1989
Confira em: A book on Brazil’s digital culture
Ciber-debate, Web 2.0 »
por Francisco Arlindo Alves
A jornalista Juliana Vilas 29, codinome “Pássara” (como esta no seu site) armada apenas com seu celular Nokia N95 diariamente registra e publica vídeos, fotos e textos no URBLOG com curiosas histórias do cotidiano da capital paulista. Como no caso das mulheres que lavam a calçada com mangueiras, o acompanhamento das pessoas que “recolhem” mendigos, a dica de uma lanchonete no centro, ou um parque na períferia. Ela aceita sugestões dos leitores, sobre lugares interessantes a serem explorados.
O pensador das novas mídias Yochai Benkler (2006, p. 2), afirma que “Uma economia baseada na informação, com processadores de alta capacidade, cada vez mais baratos, funcionando numa rede impregnante de alta prenetrabilidade”, está permitindo uma crescente produção fora dos sistemas de mercado, dos setores que dominam informação e cultura. Leia o texto completo »
Ciber-debate »
por Francisco Arlindo Alves
Controlar a qualidade dos conteúdos que são exibidos na TV. Mas quem vai fazer o controle? O governo? Uma comissão “representativa” da sociedade ? Ou os próprios cidadãos em suas casas? Parece ser mais democrático, que cada um possa controlar o conteúdo exibido em sua casa conforme seus valores, pois a definição de qualidade é subjetiva, e não deveria ser imposta, seja pelo governo ou por supostos representantes da sociedade.
Aqui no Brasil, apesar da regulamentação do V-CHIP (recurso que dá ao telespectador o poder de bloquear conteúdos, mediante uma pré-classificação) as pessoas são sabem como usar o dispositivo ou mesmo desconhecem sua existência, sendo impossível avaliar sua eficácia. As classificações da programação, são feitas de cima-para-baixo pelo governo e por pequenos grupos mobilizados que supostamente representam a sociedade, mas que efetivamente nunca vão representar inteiramente a diversidade de pensamento e valores dentro de cada grupo ou classe social. Desta forma temos que engolir o que um colegiado define como qualidade, seus conceitos de obscenidade ou violencia, anulando nossa própria capacidade crítica diante da TV.
Matthew Lasar no Ars Tecnica fez um panorama sobre estas questões nos Estados Unidos, ele aborda a experiência do TV Watch que disponibiliza um excelente tutorial “fácil como uma torradeira” Leia o texto completo »
Ciber-debate, Salada total »
por Francisco Arlindo Alves
Recentemente a discussão sobre a internet nas eleições nos EUA girou em torno da pergunta “Será que John McCain sabem como operar um computador?”. Esta falsa questão seria mesma que considerar o fato de o Lula ter sido metalúrgico como relevante em alguma política para siderurgia do governo. O pesquisador Tim Wu criador do conceito da Net Neutrality publicou um texto na revista eletrônica Slate discutindo as diferenças dos dois candidatos com relação a internet e os reais valores que estão em disputa. McCain vê o meio como a televisão a cabo ou como um produto que deve ser regulado pelo mercado. Obama percebe como um recurso público, uma infra-estrutura que deve permanecer livre para favorecer uma inovação, que consequentemente beneficia a própria economia. Mccain vê a internet como um carro: Você adquire se tiver dinheiro e se você quiser. Para Obama seria um recurso essencial, nesta visão a banda larga deveria estar em todas casas, da mesma forma que a eletricidade ou a água.
Texto completo de Tim Wu | Dica do David Weinberger
Ciber-debate, Destaques »
por Francisco Arlindo Alves
“A multiprogramação na TV digital não é uma opção para a Rede Globo” … “Ao optar pela alta definição, as emissoras também evitam que novos ‘players’ entrem em seu mercado.” estas frases foram proferidas por Fernando Bittencourt diretor de engenharia da Globo num fórum sobre TV Digital semana passada.
A filosofia da escassez e a montagem de gigantescas barreiras de entrada (econômicas e técnicas) limitando a competição, foi a estratégia dos grupos de comunicação que dominaram as mídias no século XX: Jornais, TV, cinema, radio, televisão. Mas agora todo poder que nasceu na escassez está ameaçado pelo excesso… o excesso digital. Nasce um conflito violento e silencioso (a contra-revolução da mídia tradicional não será televisionada).
Os grupos que vivem da escassez tentam combater o excesso na internet, atacando a simplicidade da rede, com exigências a provedores, obrigando a montagem de grandes e carissímas estruturas de controle, com o registro de logs e armazenamento de páginas. O que justifica o controle é o medo: Terrorismo, pedofilia. O objetivo é proibir as trocas de arquivos e criar barreiras econômicas. Montar a nova barreira de entrada, limitando os meios somente aos que tem grandes somas de capital para investir. Neste momento dezenas de legislações estão sendo discutidas em vários países regulando e introduzindo a escassez na internet, para citar uns poucos exemplos, entre muitos: França , Italia , Canadá , Alemanha , Polonia e Hungria e também no Brasil. A revolução digital feriu fortemente os grupos da escassez. Mas a contra-revolução destes grupos já começou. Resta saber se vamos resistir.










