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	<title>CIBERCRÍTICA &#187; alienação</title>
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	<description>Reflexões sobre design, internet e novas mídias</description>
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		<title>FILE 2008: Estudos de software, dando visibilidade ao intangível</title>
		<link>http://arlifrancis.org/blog/2008/08/08/rascunhos-estudos-de-software/</link>
		<comments>http://arlifrancis.org/blog/2008/08/08/rascunhos-estudos-de-software/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 07:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Arlindo Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciber-debate]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[alienação]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="float: right; margin-left: 6px; margin-bottom: 6px;">
<p><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/22920394@N06/2457853392/"><img style="border: solid 2px #000000;" src="http://farm3.static.flickr.com/2206/2457853392_7967eedab6_m.jpg" alt="" /></a><br />
<span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"> <a href="http://www.flickr.com/photos/22920394@N06/2457853392/">Transparent Binary Code</a></span><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><br />
Originally uploaded by  <a href="http://www.flickr.com/people/22920394@N06/">piru22_jp</a> </span></p></div>
<p>Os softwares estão em tudo, desde o sabonete que voce usa, até os algoritmos que tentam adivinhar resultados de de guerras e eleições. São onipresentes, são onipotentes e principalmente são&#8230; invisíveis. Isso me faz pensar como a ideologia e os softwares se encaixam perfeitamente. Para o pesquisador Wendy Chun (2006): &#8220;O software seria “um esforço de  fazer algo de maneira explícita”, dando visibilidade ao intangível, na mesmo medida que tenta transformar o visível o (a máquina) em invisível&#8221;. Para <a href="http://cultureandcommunication.org/galloway/" target="_blank">Alex Galloway</a> trata-se de uma linguagem que quer ser esquecida, para sendo esquecida poder atuar de forma mais eficaz.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float: right; margin-left: 6px; margin-bottom: 6px;">
<p><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/22920394@N06/2457853392/"><img style="border: solid 2px #000000;" src="http://farm3.static.flickr.com/2206/2457853392_7967eedab6_m.jpg" alt="" /></a><br />
<span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"> <a href="http://www.flickr.com/photos/22920394@N06/2457853392/">Transparent Binary Code</a></span><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><br />
Originally uploaded by  <a href="http://www.flickr.com/people/22920394@N06/">piru22_jp</a> </span></p></div>
<p>Os softwares estão em tudo, desde o sabonete que voce usa, até os algoritmos que tentam adivinhar resultados de de guerras e eleições. São onipresentes, são onipotentes e principalmente são&#8230; invisíveis. Isso me faz pensar como a ideologia e os softwares se encaixam perfeitamente. Para o pesquisador Wendy Chun (2006): &#8220;O software seria “um esforço de  fazer algo de maneira explícita”, dando visibilidade ao intangível, na mesmo medida que tenta transformar o visível o (a máquina) em invisível&#8221;. Para <a href="http://cultureandcommunication.org/galloway/" target="_blank">Alex Galloway</a> trata-se de uma linguagem que quer ser esquecida, para sendo esquecida poder atuar de forma mais eficaz.</p>]]></content:encoded>
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		<title>O universo das máquinas: Status sagrado e alienação II</title>
		<link>http://arlifrancis.org/blog/2008/08/04/o-universo-das-maquinas-status-sagrado-e-alienacao-ii/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 08:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Arlindo Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciber-debate]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[alienação]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O homem dentro da máquina ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arlifrancis.org/blog/?p=216" target="_self">Continuação de: O universo das máquinas: Status sagrado e alienação</a></p>
<p>Simondon observa que o “A realidade humana reside nas máquinas assim como as relações humanas são fixadas e cristalizadas em sua estruturas funcionais” (1958, p. 4). O universo das máquinas intermedia a relação ente os homens e a natureza . A noção do objeto técnico, como algo distante, não familiar, oculta toda a realidade dos esforço humanos na natureza na construção destes objetos.</p>
<p>As novas formas de alienação surgem não apenas da forma como as máquinas intermediam as relações entre homens e natureza, mas cada vez mais como as relações dos homens são intermediadas entre si com o advento das redes e do ciberespaço. O conhecimento da natureza e essência desta intermediações pressupõe a inclusão no universo das significação não apenas da máquinas, mas igualmente o softwares e as estruturas de comunicação.</p>
<p>Se pensarmos na perspectiva de Vygotsky (1998) o controle da Natureza e o controle do comportamento estão interligados, a intervenção do homem sobre a natureza altera a própria natureza humana. Da mesma forma podemos concluir que o uso de signos e a maneira que estes signos circulam neste mundo da maquinas semióticas também condiciona uma estrutura particular de comportamento e cria processos psicológicos enraizados na cultura.</p>]]></content:encoded>
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		<title>O universo das máquinas: Status sagrado e alienação I</title>
		<link>http://arlifrancis.org/blog/2008/08/04/o-universo-das-maquinas-status-sagrado-e-alienacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 08:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francisco Arlindo Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciber-debate]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[alienação]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="float: left; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/m1l35/134947680/"><img style="border: solid 2px #000000;" src="http://farm1.static.flickr.com/55/134947680_91e4345334_m.jpg" alt="" /></a><br />
<span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/m1l35/134947680/">Banksy: Cash Machine</a></span><br />
Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/m1l35/">m1l35</a></div>
<p>A idolatria a máquina, assim como um status sagrado atribuído aos objetos técnicos na perspectiva de Gilbert Simondon (1958) esta relacionado a um exclusão destes objetos do mundo das significações. Esta exclusão se sustenta na falsa premissa da separação entre homem e máquina, entre a técnica e a cultura.<br />
Nesta direção o desconhecimento da natureza e essência das máquinas, e sua ausência do mundo da significações, produz num grande processo de alienação. Ao se referir as máquinas semióticas, ou máquinas dedicadas à tarefa da representação, Machado afirma: afirma que :</p>
<p>“&#8230;elas falam, elas determinam modos de percepção, elas incutem ideologias pelo que têm de saber materializado em suas peças e circuitos, pela sua maneira particular de tornar sensível o mundo de que elas são a mediação e pela sua específica resolução do problema da codicação deste mundo” (1993, p. 35).</p>
<p>Machado sugere por exemplo que a câmera fotográfica&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float: left; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/m1l35/134947680/"><img style="border: solid 2px #000000;" src="http://farm1.static.flickr.com/55/134947680_91e4345334_m.jpg" alt="" /></a><br />
<span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/m1l35/134947680/">Banksy: Cash Machine</a></span><br />
Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/m1l35/">m1l35</a></div>
<p>A idolatria a máquina, assim como um status sagrado atribuído aos objetos técnicos na perspectiva de Gilbert Simondon (1958) esta relacionado a um exclusão destes objetos do mundo das significações. Esta exclusão se sustenta na falsa premissa da separação entre homem e máquina, entre a técnica e a cultura.<br />
Nesta direção o desconhecimento da natureza e essência das máquinas, e sua ausência do mundo da significações, produz num grande processo de alienação. Ao se referir as máquinas semióticas, ou máquinas dedicadas à tarefa da representação, Machado afirma: afirma que :</p>
<p>“&#8230;elas falam, elas determinam modos de percepção, elas incutem ideologias pelo que têm de saber materializado em suas peças e circuitos, pela sua maneira particular de tornar sensível o mundo de que elas são a mediação e pela sua específica resolução do problema da codicação deste mundo” (1993, p. 35).</p>
<p>Machado sugere por exemplo que a câmera fotográfica é determinante de um perspectiva renascentista, um olho abstrato, espécie de “escopocentrismo”. Há uma inteligência inscrita na câmera e que aparece em qualquer foto, independente de quem fotografa. Desta forma a máquina é mais que um artefato mecânico, é a “materialização de um processo mental, um pensamento que tomou corpo e ganhou existência autônoma”.</p>
<p>Continua em<a href="http://arlifrancis.org/blog/?p=220" target="_self"> O universo das máquinas: Status sagrado e alienação II</a></p>]]></content:encoded>
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