Artigos na categoria Variedades
Ciber-debate, Design, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
.
Google makes handset debut with rival to iPhone
O link acima direciona para a matéria do Guardian que aborda o lançamento do T-Mobile G1, o chamado telefone do Google. O aparelho tentar se diferenciar do iPhone, propondo ser um dispositivo que pode agregar e compartilhar recursos criados pelos usuários, criando um ambiente favorável à inovação. O G1 utiliza o ‘Android’, sistema operacional aberto para celular lançado pelo Google. E assim o google vai empreendendo suas guerras em vários fronts...
Salada total, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
Uma aranha gigantesca tem sido vista na cidade de Liverpool, causando espanto e surpresa ao seus habitantes. A aranha em questão é uma criação dos engenheiros franceses da companhia de teatro “La machine“. A aranha gigante é parte da comemorações da escolha da cidade como capital européia da cultura. Neste video a aranha aparece documentada magnificamente por Tim Brunsden do Liverpool Stories. Percebe-se certas referências ao filme Guerra dos mundos (O original de 1955) com seus sons e efeitos estranhos e baseado no livro do fantástico escritor H. G. Wells.
Dica do Rocketboom.
Design, Salada total, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
Design, Inteligência Coletiva, Salada total, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
| Bela animação tipográfica, além de ser um excelente exemplo de como podemos visualizar informações de maneira interessante e simples, este vídeo ressalta a importância das garotas como agentes das mudanças positivas no mundo. Este site concorda plenamente com esta perspectiva. Dica do infosthetics Link: Girleffect |
Ciber-debate, Salada total, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
É impressionante aceleração do mundo. O conceito de “Edupunk” nasceu em Maio de 2008 no blog de Jim Groom um especialista em tecnologia para educação. Rapidamente a idéia se espalhou por blogueiros e acadêmicos ao ponto de o caderno de educação do jornal inglês Guardian publicar o artigo de David Cohen Nevermind the pedagogues, here’s edupunk.
O Edupunk ganhou corpo inspirando novas idéias e debates, configurando uma oposição poderosa à comercialização da educação e influência de governos e corporações nas universidades. Hoje muitas universidades parecem shoopings ou fábricas de “apertadores de parafusos”, sem falar em certas parcerias empresa-escola, com pesquisas protegidas por contrato que proíbem críticas públicas aos resultados, mesmo quando lesivos a população. Esta “corporativação” da educação esta muito bem descrita no livro “No Logo” de Naomi Klein. Contra isso, a idéia do Edupunk propõe utilizar ferramentas tecnológicas abertas e colaborativas, como algumas presentes na web 2.0 e somar a isso as ideologias do movimento punk adaptadas a educação, o “do-it-yourself “: Tenha sua própria atitude! Aprenda e pense por você mesmo!
O conceito Edupunk se que originou o texto chamado The Glass Bees de Jim Groom, que é uma dura crítica ao lançamento da nova versão do software educacional BlackBoard . Este software é um Learning Management System (LMS) um ou seja sistema de gestão de aprendizagem. Leia o texto completo »
Salada total, Variedades, Web 2.0 »
por Francisco Arlindo Alves
Se pensarmos na Web 2.0 como o momento que a cultura do amador ocupa maiores espaços,temos que entender isso como uma etapa avançada de um grande processo. Em 1936 Benjamin (1985, pg 183, 184) faz uma análise do cinema e afirma existir uma “exigência de ser filmado”, ele ilustra este fenômeno fazendo um paralelo com a escrita e lembrando a ampliação gigantesca da grande imprensa a partir do século XIX, onde um grande número de leitores começam a escrever. Cada leitor esta pronto para converter-se num escritor. Com o processo de especialização do trabalho, cada individuo se torna perito em algum assunto. O mundo toma a palavra e com isso, segundo ele, a diferença entre autor e público fica ponto de desaparecer.
BENJAMIN, Walter. A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade Técnica IN, Obras Escolhidas. Tradução: Sergio Paulo Rouanet. 2ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1985




