Artigos na categoria Variedades
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por Francisco Arlindo Alves
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[...] Interactive Architecture explores the trends, promises, means and ways of IA as well as its sociological and psychological implications. Kemp and Fox embrace innovation and cutting edge developments but they are also wary of being over-enthusiastic. Throughout the book they tackle issues that are essential to but also challenging for the field of IA: its economical feasibility, the need for a new pedagogical approach, the necessity of a cross-discipline communication, the questions raised by privacy, ethics, environmental impact or convenience. The book doesn’t waste time on the fairground aspects of everything interactive. Right from the start, the authors question the way interactivity is conceived today by refering to the pioneering works and reflections done by the cyberneticians of the early ’60s. [...]
Salada total, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
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Res Artis is the largest existing network of artist residency programmes, representing the interests of more than 300 centers and organisations in 50 countries worldwide that offer to international artists facilities and conditions conducive for making art.
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O CeltX é um software open source de pré-??produção de media, que inclui capacidades tão diversas como a planificação e escrita dos guiões, os levantamentos das necessidades de produção, a planificação de filmagens, catálogos, calendário, storyboard, etc.
Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
Imagens do site Flickr:

Homens caminham ao lado de casas destruídas pelo terremoto,
upload feito originalmente por MIRIAM GODET.

Man Recovers Shoe from Collapsed Justice Palace in Port-au-Prince,
upload feito originalmente por United Nations Photo.
Salada total, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
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Part I: History. i. Why Movies Matter ii. Movies, Politics, and the Working Class iii. Looking at Labor-Capital Films, Conservative Films, Radical Films, Liberal Films, Populist Films, Anti-Authoritarian Films, iv. When Workers and Radicals Made Movies, v. Class Battles On Screen: Decoding Cinematic Ideology, Conservative Attack, Liberal Ambivalence, Worker Counterattacks
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Como destruir o livro, por Cory Doctorow [...] The anti-copyright activists have no respect for our copyright and our books. They say that when you buy an ebook or an audiobook that’s delivered digitally, you are demoted from an owner to a licensor. From a reader to a mere user. [...]
Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
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24 razões explicando porque Deus seria reprovado pelo CNPq
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“…O WIKIMAPA é um mapa virtual georeferenciado de ações e ativos, alimentado de forma colaborativa pelos mais diversos participantes, por meio do telefone celular ou internet. Em sua fase piloto, cinco comunidades cariocas serão mapeadas: Complexo do Alemão,
Com o wikimapa é possível inserir e/ou consultar informações sobre diferentes lugares (escolas, hospitais, igrejas, clubes, bares, lan houses e etc) do país e editar comentários e referências sobre os locais já mapeados, compartilhando informações e conhecendo novas possibilidades de entretenimento, lazer, educação, saúde, cultura, entre outros.O diferencial do projeto é o mapeamento de ruas e vielas de comunidades de baixa renda – até então não realizado pelos serviços de pesquisa e visualização de mapas na internet – além do mapeamento de ativos dessas comunidades, realizado pelos próprios moradores.
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competição com os mais feios e inutéis infográficos
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TRECHO…”Quem apenas viu o fechamento do escritório do MySpace no Brasil, não sabe, da missa, a metade. Matthew Garrahan, do Financial Times, no início de dezembro, tomou coragem para dissecar o cadáver…”
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De cordeiro a Lobo: Contribuições da História da Arte Eletrônica no Brasil para a
construção de Ciberculturas
Lilian Cristina Monteiro França1
Um panorama da arte eletronica no Brasil
Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
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Canvi” is an interface that enables browsing a network with a local vision of a node’s surroundings while allowing moving through the network through their relation. Canvi combines different techniques (so-called “geometric paradigms”) subtly alternating between nodes and their relation. (by nformation aesthetics http://infosthetics.com)
Design, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves

fatalerror_sumo_Brighton
Upload feito por kasia.d
em 30 Mai ‘07, 8.26 BRST.
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Bonita apresentação em que o criador do meta-framework Ruby On RaIls David Heinemeier Hansson aborda o funcionamento da tecnologia criada por ele. Me chamou a atenção por ser um exemplo de como se pode fazer uma apresentação bonita, mesmo em relação a um tema que pode ser árido alguns, como linguagens de programação.
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An underlying characteristic of peer-based production, amateurism, increases capacity and participation. However, the involvement of ordinary individuals in the production of human rights reporting is also its greatest disadvantage, since human rights reports generated by citizen activists are less likely to be perceived as accurate, thereby detracting from the effectiveness of those reports.
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Belíssimo template para blog WordPress. Criação do excelente designer Robert Ellis
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São 36 opções de imagens para backgrounds para utilização em sites. Fantásticas!!
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site reune comerciais de TV locais americanos. Muito engraçado
Ciber-debate, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
Sofrer ameaças de enforcamento por fundamentalistas nacionalistas hindus pode ser uma preocupação secundária em relação a estar defronte ao fundamentalismo dos direitos autorais de corporações da mídia?
Sexta feira à noite… Chovia torrencialmente no centro de São Paulo… Cheguei todo molhado. Consegui o 17º lugar na lista de espera da lotada sala de cinema do CCBB no Festival Animamundi. Felizmente aconteceram 17 desistências e consegui o último assento disponível da última sessão do dia. Foi sorte… Valeu a pena.
“Sita Sings The Blues” é um longa de animação da auto-intitulada “a mais amada cartunista desconhecida da América”. Nina Paley, a cartunista, animadora e diretora deste trabalho, se apropria e remixa criativamente diversas referências que vão desde fragmentos auto-biográficos, até o livro sagrado hindu “Ramayana”, épico sânscrito de 500 A.C. Tudo isso temperado com o charme das canções de Annette Hanshaw, uma das primeiras cantoras de jazz nos anos 20.
Em 2002, Nina Paley foi morar em Trivandrum na Índia, onde seu marido tinha arranjado um bom emprego. No decorrer de uma breve visita a Nova Iorque para negociar uma tira cômica que estava produzindo, recebeu um e-mail do marido terminando o casamento (a lá Sophie Calle). Em meio a sua crise pessoal, mergulhou na leitura do épico indiano, e no jazz de Annette Hanshaw, o que serviu de inspiração para desenvolver uma série de animações, até ter um longa metragem semi-acabado, tudo isso, apenas com o auxílio de seu computador pessoal. O resultado é uma animação que se desenrola habilmente em várias camadas, com duas estórias que se entrecruzam: Uma de caráter autobiográfico que mostra o término de um casamento moderno, e outra que descreve a história de amor da antiguidade indiana. O filme é um desfile de múltiplas técnicas de animação 2D, e consegue ser superior e mais engraçado que a média da burocrática animação 3D atual (que tem andado tão previsível e cheia de regras).
Pelo fato do Ramayana ser um livro sagrado, Paley recebeu ameaças de enforcamento, como reação de alguns fundamentalistas hindus ao filme. Mas este fato parece um problema secundário em relação a sua surpresa de que o pequeno custo do filme, tinha aumentado chegando a cifras de um quarto de milhão de dólares, em razão dos direitos de copyright das esquecidas canções de 80-90 anos atrás de Annette Hanshaw.
Os direitos de copyright viraram uma verdadeira prisão para o filme. Para distribuí-lo, teria que pagar as corporações detentoras dos direitos de propriedade das músicas, mas como não podia distribuir, não podia fazer dinheiro para pagar os direitos.
Princesa Sita de Nina Paley + Música de Annette Hanshaw
Então, Paley resolveu distribuí-lo por métodos não-convencionais, usando no campo do cinema estratégias usadas no campo do software livre. Liberou os direitos de copiar, compartilhar e reutilizar seu filme (exceto as músicas) como uma estratégia de divulgação. Agora Paley tem estudado sobre modelos de negócio alternativos (venda de camisetas, espaço no filme, contribuições dos fãs) para ganhar dinheiro com seu filme, pagar pela música de Hanshaw e sair da prisão do copyright.
A artista tem sido alvo de críticas que a acusam de não ter se informado antecipadamente sobre os direitos das músicas, antes de começar a produzir o trabalho. Mas Paley contra-ataca com a idéia de que artistas precisam ser corajosos e percebe a existência de uma cultura do “não use isso, e não use aquilo, não faça isso, não faças aquilo”. Como defensora de uma cultura livre, Nina Paley também escreveu e produziu a canção “Copying Isn’t Theft” (Copiar não é roubo) para ser livremente copiada remixada por outras pessoas no mundo. (Veja as versões)
Particularmente, penso que ser artista não é fazer as coisas certas, dentro dos melhores padrões e regras. Não, não é isso. É criar um certo ruído, e isso, Nina Paley está fazendo. A apropriação de algo existente para a criação de coisas novas e surpreendentes faz parte da criatividade humana. No mundo da animação por exemplo, Walt Disney de forma muito inteligente se apropriava de grandes idéias, como por exemplo o primeiro desenho do Mickey “Steamboat Willie” que foi totalmente inspirado do filme “Steamboat Bill” do humorista Buster Keaton, sem falar na maneira como Disney se apropriava de livros dos irmãos Grimm e outras obras da literatura infantil para produzir seus longas (muitas vezes sem pagar por isso). O que é muito curioso pelo fato da Disney ser uma grande defensora do copyright hoje.
Também é paradoxal que detentores do copyright destruam sua própria propriedade, condenando ao esquecimento lindas canções como as de Annette Hanshaw. A divulgação das músicas com a distribuição “Sita Sings The Blues” poderia renovar o interesse pela cantora e gerar um série outros lucros.
Parece haver uma visão meio dogmática e estrábica de negócios. Ao cobrarem preços proibitivos para que músicas possam ser utilizadas, impedem que sejam conhecidas, estas corporações, em vez de lucrar, dão espaço a concorrência de uma cultura livre de excelentes artistas encontrados em sites como Jamendo. Estes por sua vez, liberam o seus direitos autorais pois querem muito ser divulgados num filme, num vídeo, numa peça teatral. O que transparece neste caso, é que muito maior que a ganância das corporações, é sua burrice.
Nina Paley disponibilizou o filme no YouTube em 10 partes e esta disponível para download com várias opções de resolução e com legendas em português.
Referências
Este post gerou interessante discussão no Facebook confira
Salada total, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
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the short interviews with Michel Bauwens and Axel Bruns who are answering the same questions.
- A inteligência cooperativa – Felix Stalder
- WIKI WARS: CPOV: Critical Point of View — Centre for Internet and Society
Uma grande discussão sobre vantagens, problemas e polêmicas da Wikipedia: CPOV: Critical Point of View Wikipedia and the Politics of Open Knowledge. Texto introdutório da conferência sobre Wikipedia que ocorrerá em 2010
(tags: GeertLovink AxelBruns)
Salada total, Variedades, Web 2.0 »
por Francisco Arlindo Alves
Um dos instrumentos musicais mais antigos do mundo, criado a aproximadamente a 12.000 anos, curiosamente apareceu em culturas totalmente afastadas como a chinesa e a centro-americana. No mundo conectado em que as distâncias parecem cada vez menores, a versão inovadora desta antiga invenção humana, vem a ser o primeiro instrumento musical para iphones.
Smule: Ocarina [Zeldarian] from Smule on Vimeo.
A Ocarina, o milenar instrumento de sopro, era similar uma flauta por seus furos para os dedos, mas possuia forma oval e era feito de porcelana, pedra ou terracota. A nova versão, consiste num aplicativo instalado no iphone, com um software que analisa o ruído proveniente do microfone sendo sensível a respiração, movimentos e toques na tela e podendo reconhecer diferentes intensidades de sopro. Os riffs não são pré-compilados possibilitando oportunidades ilimitadas de expressão musical.
Já há vários vídeos na internet de entusiastas do Ocarina executando músicas como Stairway To Heaven , Amazing Grace, ou até Viva la vida do Coldplay. Em função do sucesso a Smule, proprietária do Ocarina obteve em março um injeção de investimentos no valor US$3,9 milhões. Um dos co-fundadores da empresa e criador do aplicativo é o professor do Center for Computer Research in Music and Acoustics que funciona na Universidade de Stanford.Wang também conduz outro projeto interessante: A Stanford Laptop Orchestra (vídeo).
Design, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
Elegante vizualização de dados, sobre o impacto que os alimentos exercem na economia local e de outros países. Esta produção da agência Ogilvy de Toronto feita para o público canadense mistura técnicas de stop-motion e computação gráfica.
Hellmann’s – It’s Time for Real from CRUSH on Vimeo.
Via P2P Foundation / Bright
Ciber-debate, Design, Salada total, Variedades, Web 2.0 »
por Francisco Arlindo Alves
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Pesquisa sobre o ensino de Matemática através da resolução de problemas utilizando os computadores cuja a trajetória é retratata do ponto de vista do percurso metodológico que foi realizado pela pesquisadora Norma Allevato
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Pode existir uma alternativa “pública” ao monopólio da pesquisa do Google?
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Pixel Pitch competition for transmedia projects from Power to the Pixel and Babelgum http://bit.ly/8cGZJ Deadline 14/08/2009
(via @aswarmofangels / twitter) -
Com a venda do The Pirate Bay e sua reformulação prevista, site zeropaid apresenta 5 alternativas websites para trocar arquivos (via @ruijscosta / twitter)
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Excelente texto de Mario Amaya, sobre a cultura cyberpunk. Via Miguel Caetano @remixtures (twitter)
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Belissimas fotos de nós, seres humanos em todo o mundo, profissionais e amadores, em movimento de todos os motivos acima e muito mais. Via RT @ritacao RT @Antropologias (twitter)
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O jornalista, professor e pesuisador Francis Pisani em interessante vídeo em que fala: “Temos de passar de ser produtores de notícia para ser facilitadores de conversação”
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Conceituada publicação Cultura Machine abre inscrições para sua nova edição de trabalhos teoricos. São esperados trabalhos que sua linguagem sejam surpreendentes, inventivos abordando criticamente os meios de comunicação. Está aberto o desafio até 15 de outubro.
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Mathieu O’Neil pesquisador do Australian Demographic and Social Research Institute em seu livro “Cyberchiefs: Autonomy and Authority in Online Tribes” repensa a suposta horizontalidade da internet. O autor sugere, é um tipo diferente de autoridade na internet – um sistema apátridas”, em que a organização espontânea de grupos é melhor entendida como tribal e a distribuição de autoridade, nestes contextos é uma “distribuição de carisma”.
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Interessante apresentação do pesquisador Christian Siefkes que descreve como funciona a “Peer production”. Um modo de produção que baseia-se na livre cooperação.
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O carro do futuro: Sustentável, ecológico, e Open Source! Um projeto aberto a contribuições criativas de qualquer pessoa
Ciber-debate, Salada total, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
Lembro de quando eu era criança, morando numa rua pacata, num bairro residencial da zona leste de São Paulo, e me deparava com dois ou as vezes três sósias de Michael Jackson durante o curto trajeto de uma simples ida ao supermercado para comprar pão. Parecia que o mundo havia sido “tomado”.
A sensação que a notícia da morte de Michael nos deixa, conforme descreveu Hector Lima em seu blog, é como se algo no patamar de Mickey Mouse, Super-Homem e McDonald’s tivesse acabado. O sentimento é estranhamente de um acontecimento inverossímel.
O interesse sobre o artista quase parou a internet. O gráfico acima mostra o pico de pesquisas sobre Michael Jackson no sistema de busca Google por acasião do anúncio de sua morte ( a empresa não divulga os números detalhados).
Com as mudanças nas mídias, talvez nunca mais, se reunam as condições para que um artista construa um sucesso da magnitude que Michael Jackson conseguiu durante a época de Thriller.
O sucesso de outros artistas, como Elvis Presley ou Beatles, diferente do de Michael, sintetizaram possivelmente em mudanças comportamentais mais profundas e na consolidação de uma cultura jovem, mas pode ser que mundo nunca tenha simultaneamente concentrado tanto a atenção num só artista como durante alguns anos da década de 80.
O fenômeno Michael Jackson pode ter sido o resultado da coincidência do momento máximo de um grande talento com o apogeu da estrutura centralizada das mídias em torno da televisão, que atingia universos de receptores nos contextos mais distantes e diversificados, numa fase ainda pouco afetada pelo vídeo ou pelo zapping do controle remoto entre os canais.
Com crescimento da internet, um sucesso tão abrangente pode não mais se repetir, devido a grande competição por atenção, e fragmentação do público em redes de “comunicação eletrônica interativa de comunidades auto-selecionadas” como afirma Castells.
Com um certo simbolismo, podemos considerar que com a morte de Michael tivemos o encontro de dois universos, o mundo da Internet (que ainda principia), e o mundo da televisão (que ainda domina, mas sente a influência de mudanças). A grande façanha deste encontro de diferentes mundos, foi reproduzir ainda que por alguns dias, o que aconteceu durante alguns anos na decada de 80:
O mundo parou para ver Michael Jackson…
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Segue algumas repercussões:
O dia em que a Internet quase morreu
O pesquisador Marcos Palacios comenta sobre o pico de tráfego com 4.2 milhões de visitantes (mais que o dobro do normal) nas horas seguintes ao anúncio da morte de Michael Jackson. O fenomêno que a AOL denominou como “a seminal moment in Internet history”.
Os Gemidos da Internet sob peso de tráfego de Michael Jackson
O Ars technica usa este título sugestivo pra descrever como Twitter, o Google, Facebook, diversos sites de informação, e até mesmo o iTunes foram praticamente esmagados sob o peso do repentino aumento de tráfego Internet.
Infográfico interativo
O Jornal New York Times criou um infográfico interativo com as posições de Michael Jackson no ranking da revista Billboard. É possivel fazer comparações com outros artistas famosos como Beatles ou U2. Via information aesthetics
















