Home » Arquivos

Artigos na categoria Web 2.0

Variedades, Web 2.0 »

por Francisco Arlindo Alves

[4 Aug 2010 | Comments Off | 313 views]

Ciber-debate, Salada total, Variedades, Web 2.0 »

por Francisco Arlindo Alves

[22 Jul 2010 | Comments Off | 1,291 views]

  • serviços para baixar video do internet
    (tags: youtube video)
  • [...] , o movimento Dogma 95 teve seus fundamentos expostos num manifesto assinado pelos cineastas dinamarqueses Lars von Trier e Thomas Vinterberg (posteriormente ratificado pelos conterrâneos Kristian Levring e Søren Kragh-Jacobsen), tornado público em março de 1995, durante as comemorações do centenário do cinema, em Paris. Passados 15 anos daquele momento, o documento motivou a produção, em todos os continentes e numa infinidade de contextos sócio-culturais, de quase uma centena de filmes que cumprem estritamente os preceitos do programa e, assim, ganharam seu “certificado” e um número na filmografia oficial do Dogma. [...]
    (tags: cinema)

Salada total, Web 2.0 »

por Francisco Arlindo Alves

[4 Jan 2010 | Comments Off | 248 views]

  • “…The web 2.0 suicide machine and Seppukoo.com are two parody websites with a similar mission: help people to sign out from Facebook forever. The first, by Gordan Savicic, sporting a slick web 2.0 design and catchy taglines, provides a sophisticated way to automate the online identity suicide. A video of the removal process is broadcasted to the user in real time while a remote machine disconnects one friend after another. Seppukoo, by the collective les liens invisibles, presents itself as an extreme response to the commoditization of personal data driven by companies like Facebook. By “liberating digital body from any identity constriction” les liens invisibles advocate a return to the condition of anonymity, a cornerstone of early online communities…”

Ciber-debate, Design, Web 2.0 »

por Francisco Arlindo Alves

[24 Sep 2009 | Comments Off | 680 views]

Depois de uma pequena pausa para descanso, este canal volta a sua programação anormal e irregular.

O retorno se dá por meio deste interessante vídeo que compara aspectos do Punk Rock e elementos das chamadas mídias sociais da internet.
Um olhar simultâneo sobre estes dois universos alimenta um campo diversificado de discussões. A idéia é que a internet e as novas tecnologias potencializem atualmente a mesma dinâmica de construção de alternativas de expressão fora do establishment, ao mesmo tempo que alimentam uma cultura DIY (abreviação de Do It Yourself, do inglês faça você mesmo) semelhante ao que ocorre no movimento punk.
Esta comparação tem influenciado a concepção de estratégias para Educação à distância como a “Edupunk“, e da mesma forma a adoção de práticas de criação livre inspiradas em ideiais hackers DIY, por meio de recursos como a placa Arduino e software livre. O assunto também já foi discutido brevemente no CIBERCRÍTICA, aqui e aqui.
O vídeo é uma dica do “Nós da Comunicação“, descoberta via twitter da @paulaborges.

Salada total, Variedades, Web 2.0 »

por Francisco Arlindo Alves

[20 Jul 2009 | Comments Off | 597 views]

Um dos instrumentos musicais mais antigos do mundo, criado a aproximadamente a 12.000 anos, curiosamente apareceu em culturas totalmente afastadas como a chinesa e a centro-americana. No mundo conectado em que as distâncias parecem cada vez menores, a versão inovadora desta antiga invenção humana, vem a ser o primeiro instrumento musical para iphones.

Smule: Ocarina [Zeldarian] from Smule on Vimeo.

A Ocarina, o milenar instrumento de sopro, era similar uma flauta por seus furos para os dedos, mas possuia forma oval e era feito de porcelana, pedra ou terracota. A nova versão, consiste num aplicativo instalado no iphone, com um software que analisa o ruído proveniente do microfone sendo sensível a respiração, movimentos e toques na tela e podendo reconhecer diferentes intensidades de sopro. Os riffs não são pré-compilados possibilitando oportunidades ilimitadas de expressão musical.
Já há vários vídeos na internet de entusiastas do Ocarina executando músicas como Stairway To Heaven , Amazing Grace, ou até Viva la vida do Coldplay. Em função do sucesso a Smule, proprietária do Ocarina obteve em março um injeção de investimentos no valor US$3,9 milhões. Um dos co-fundadores da empresa e criador do aplicativo é o professor do Center for Computer Research in Music and Acoustics que funciona na Universidade de Stanford.Wang também conduz outro projeto interessante: A Stanford Laptop Orchestra (vídeo).

Via mediateletipos / Dagus-Wan Kenobeat

Ciber-debate, Design, Salada total, Variedades, Web 2.0 »

por Francisco Arlindo Alves

[15 Jul 2009 | Comments Off | 528 views]


Autot 2/2
Originally uploaded by vikke*

Ciber-debate, Web 2.0 »

por Francisco Arlindo Alves

[2 Jun 2009 | Comments Off | 1,011 views]


Disposable, originalmente publicado por Crow v.

Para o filósofo italiano Antonio Negri (2003, p. 94) a “originalidade do capitalismo cognitivo consiste em captar, em uma atividade social generalizada, os elementos inovadores que produzem valor”. Fundamentada na obra “Grundrisse der Kritik der Politischen Ökonomie” de Marx, a proposição de Negri é que as recentes transformações na força produtiva determinam que o trabalho se torne uma atividade cognitiva, tendo como figura central, a ascensão do “trabalho imaterial” concebido como o “conjunto das atividades intelectuais, comunicativas, afetivas, expressas pelos sujeitos e pelos movimentos sociais”.

Na esteira do que foi preconizado por Negri e enfocando críticamente as atividades dos indivíduos na Internet, Tiziana Terranova (2000) elabora uma reflexão baseada na idéia do “free labor” (trabalho gratuito) em que os indivíduos abraçam prazeirosamente atividades produtivas sem remuneração ao mesmo tempo que são explorados economicamente. Neste sentido, podemos entender, por exemplo, sites como Youtube e Second Life apenas como grandes repositórios, sendo que todo seu valor consiste numa construção realizada por contribuições dos usuários. Nesta categoria se encaixariam inclusive o desenvolvimento voluntário de softwares open-source, ao se constatar que este tipo de trabalho é cada vez mais executado em harmonia com grandes projetos de empresas com um estrutura patronal como no caso da IBM.

Trebor Scholz sugere a existência de uma ideologia de participação Web 2.0, se tornando uma ideologia do trabalho imaterial gratuito. Scholz remete ao crowdsourcing, uma adaptação do outsourcing que abrange entre suas modalidades a terceirização. Utilizando este recurso, uma empresa pode transferir uma atividade interna para um grupo grande de pessoas executá-la externamente a um custo inferior. No contexto da chamada Web 2.0, em contrapartida de uma suposta gratuidade de serviços oferecidos na Internet, as pessoas revelam informações sobre seus gostos e preferências e agregam valor a estes serviços. Entretanto, em oposição a esta visão, outros pensadores como Tapscott e Williams (2007) em seu trabalho “Wikinomics”, entendem estas práticas como uma dinâmica de trocas vantajosas para ambas as partes, constituindo novos e interessantes paradigmas nos modelos de negócio.

Discutir modelos de negócio de plataformas de serviços na Internet implica em entender as diferentes estratégias de geração de renda para estes serviços. Entre outras, estas podem ser: a apropriação da criatividade do usuário, a venda da atenção para anunciantes, a montagem de valiosos bancos de dados com as informações sobre preferências e gostos.

A relação da “cibernética, trabalho e capital” tratados por Donna Haraway (2000) em seu “Manifesto Ciborgue” é uma das principais referências de Terranova (2000) ao tratar o free labor (apesar da antipatia de Haraway a Marx). De fato ao analisar este tema, bem como os modelos de negócio é adequado lembrar o “jogo mortal” para que Haraway alerta quanto “à mudança: de uma sociedade industrial, orgânica, para um sistema polimorfo informacional; de uma situação de “só trabalho” para uma situação de ”só lazer” que significa “a transição das velhas e confortáveis dominações hierárquicas para as novas e assustadoras redes” que ela define como “informática da dominação” (2000, p.65).

Referências

HARAWAY, Donna. Manifesto ciborgue: ciência, tecnologia e feminismo-socialista no final do século XX. In: SILVA, Tomaz Tadeu da (org). Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. Existe um tradução colaborativa online desta obra no interressante projeto Deriva

Marx, Grundrisse der Kritik der politischen Ökonomie [Esboços de uma crítica da economia política], Berlim 1953

NEGRI, Antonio. Cinco lições sobre império. Tradução: Alba Olmi. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.

SCHOLZ, Trebor. Market Ideology and the Myths of Web 2.0. First Monday, Volume 13, Numero 3.

TAPSCOTT, Don e WILLIAMS, Anthony. Wikinomics – Como a colaboração em massa pode mudar seu negócio. Tradução: Marcello Lino. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,2007.

TERRANOVA, Tiziana. Free Labor: Producing Culture for the Digital Economy, Social Text. vol. 18, número 2, páginas 33-57. 2000

Ciber-debate, Web 2.0 »

por Francisco Arlindo Alves

[5 May 2009 | Comments Off | 354 views]

Ciber-debate, Inteligência Coletiva, Web 2.0 »

por Francisco Arlindo Alves

[8 Feb 2009 | Comments Off | 807 views]


c4_crowdsourcing Originally uploaded by
Juan Freire

Já abordamos rapidamente em posts anteriores questões ligadas ao capitalismo cognitivo. Complementando esta discussão segue abaixo uma pequena lista de links com textos que analisam a colaboração e a participação nas mídias sociais e como elas são exploradas pelos grupos econômicos:

O primeiro é um tipo de manifesto anti-Myspace / Facebook (caberia o mesmo em relação ao Orkut).  Este manifesto, é uma crítica contundente as corporações que comandam estas redes sociais. Segundo esta visão, estes grupos econômicos aprisionam os indivíduos, causam dependência e principalmente exploram seus participantes e seus laços sociais. Como resposta para escapar destas armadilhas, sugere que todos encerrem suas contas pessoais nestes serviços, e adotem soluções inspiradas no software livre ou código aberto como o Franklin Street Statement que é uma alternativa às praticas de cloud computing ou Identi.ca que é uma alternativa ao Twitter.

O manifesto esta em :
techno tranny slut

Este “manifesto” é uma das referências apresentadas em outra interessante discussão sobre as corporações, software livre e colaboração que estão presentes nos comentários de Raoul Victor reproduzidos no site da P2P Foundation por Michel Bauwens.
[aqui].

E é de Bauwens, uma outra dica de uma série de artigos sobre modelos de negócios ligados à estratégias de código aberto.
[aqui].

Trebor Scholz sugere uma conferida na discussão sobre controle, no contexto da ferramenta Latitude do Google que oferece a geolocalização dos participantes numa rede social integrada a celulares:
[aqui]

Para completar, a polêmica sobre questões que envolvem invasão de privacidade por ocasião do anuncio (oficial) do presidente-executivo da rede social Facebook, Mark zuckerberg, sobre a intenção de comercialização das informações dos 150 milhões de usuários do serviço.
[aqui]

Ciber-debate, Design, Inteligência Coletiva, Web 2.0 »

por Francisco Arlindo Alves


Nos próximos posts, começarei publicar breves comentários a respeito de 15 obras recentes sobre novas mídias ou ligadas as novas mídias que de múltiplas perspectivas (muitas vezes opostas e contraditórias) demonstram tendências, reflexões e percepções em que podemos perceber oportunidades e aspectos benéficos e ao mesmo tempo armadilhas e perigos. Em minha análise se configura a emergência de um cenário ambíguo, permeado de contradições. Novas formas de produção e de organização desta mesma produção proporcionam novas liberdades e promissoras possibilidades de emancipação aparecem na mesma medida que podemos encontram novas formas de concentração de poder e controle. Entretanto nesta série de posts não pretendo ainda observar criticamente as obras, mas apenas entender melhor os pontos de vista dos autores. Os curtos comentários a respeito das obras selecionadas que me proponho fazer aqui, são baseados na minha própria leitura como também na análise destas obras por sites conceituados (principalmente as obras muito recentes, que não tive acesso ainda).

Leia sobre os livros que já foram comentados nesta série.

Alguns dos sites que serviram como referência foram:

http://www.convergenceculture.org/weblog
http://produsage.org/
http://blog.p2pfoundation.net/
http://arstechnica.com
http://www.americanscientist.org
http://mastersofmedia.hum.uva.nl
http://www.schneier.com/blog/
http://www.nettime.org

No decorrer desta série de posts serão acrescentadas outras referências.

Design, Inteligência Coletiva, Web 2.0 »

por Francisco Arlindo Alves



Tad not drinking wine
Originally uploaded by ekai

O termo Mashup antes de ser relacionado aos serviços de internet, teve sua origem na música, e neste contexto significa a prática de fazer uma música usando pedaços de outras duas ou três músicas. Não é uma prática recente, em 1956, Bill Buchanan and Dickie Goodman fizeram sucesso com a canção paródia “The Flying Saucer” (Disco Voador). A canção reproduzia a locução de Orson Welles sobre a invasão de discos voadores que assustou muitas pessoas em 1930, numa adaptação do livro “Guerra do Mundos” H.G. Wells. Apesar do sucesso, a idéia de mistura idéias causou problemas na justiça com questões relacionadas a direitos autorais.
A prática foi utilizada pelo Djs Jamaicanos nos 70 cuja influência chegou aos anos 90 com a explosão da música eletrônica e do Hip-Hop, quando a prática de misturar músicas se espalha e passa a ser feita não apenas com músicas, mas também com vídeos.
Na Internet, os mashups são serviços disponíveis em sites, Leia o texto completo »