Artigos na categoria Ciber-debate
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por Francisco Arlindo Alves
ce-mark-artist-gold-on-black, upload
feito originalmente por FredMikeRudy.
Sempre suspeitei de um teor restritivo das licenças Creative commons para “uso não comercial”. Restringir o uso comercial me parece um contra-senso do que imagino como uma cultura livre.
A cartunista e animadora Nina Paley critica isso, e traz a nocão de monopólio (monopólio comercial do Autor). No link abaixo a uma interessante discussão, que se deu numa troca e-mails dela com Cory Doctorow (do prestigioso blog Boing Boing).
São discutidos várias questões, como “propriedade”, “direitos”, “titularidade”, “bens rivais e não-rivais”, e soluções para remunerar os autores.
Leia a discussão Nina Paley x Cory Doctorow
http://blog.ninapaley.com/2010/09/01/paley-vs-doctorow/
Para saber um pouco mais sobre a licença Creator-Endorsed Mark, defendida por Nina Paley:
http://questioncopyright.org/creator_endorsed
Ciber-debate, Salada total, Variedades, Web 2.0 »
por Francisco Arlindo Alves
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serviços para baixar video do internet
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[...] , o movimento Dogma 95 teve seus fundamentos expostos num manifesto assinado pelos cineastas dinamarqueses Lars von Trier e Thomas Vinterberg (posteriormente ratificado pelos conterrâneos Kristian Levring e Søren Kragh-Jacobsen), tornado público em março de 1995, durante as comemorações do centenário do cinema, em Paris. Passados 15 anos daquele momento, o documento motivou a produção, em todos os continentes e numa infinidade de contextos sócio-culturais, de quase uma centena de filmes que cumprem estritamente os preceitos do programa e, assim, ganharam seu “certificado” e um número na filmografia oficial do Dogma. [...]
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por Francisco Arlindo Alves
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Você já imaginou todo o acervo da biblioteca Nacional a um clique de distância? E a lista dos vídeos da Cinemateca disponíveis por uma API aberta no site da sua faculdade? Já pensou em disponibilizar seu acervo para bibliotecas, centros culturais e universidades? E que tal socializar toda a produção de vídeos do coletivo do seu bairro na rede, para que seja visto por todos? A Coordenação de Cultura Digital do Ministério da Cultura está pensando em todas essas possibilidades. Para isso, a ideia é conectar vários acervos através de um protocolo que possibilite a busca em acervos públicos e a replicação dos dados em visualizações personalizadas. [...]
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por Francisco Arlindo Alves
wall of binary code, upload feito originalmente por teamnetworkpower.
Até a meia noite do dia 30 de maio (domingo), estão sendo aceitas no site Cultura digtal, contribuições para elaboração do anteprojeto de lei que regulamenta os direitos e deveres no uso da Internet no Brasil. Podem ser postados comentários relativos a cada artigo que compõe o Marco Civil da Internet que será enviado ao congresso.
Segue alguns exemplos de tópicos importantes que merecem a atenção. Dependendo da maneira como forem redigidos podem gerar direitos e deveres diferentes:
garantir a todos os cidadãos o acesso à Internet;
OU
garantir a toda a população o acesso à internet a preços e tarifas razoáveis para a situação sócio-econômica do país
Alguns temas importantes:
Direito ao anonimato
Atribuição de responsabilidade ao provedores de serviços (Para mim os provedores não tem responsabilidade, no máximo poderiam contribuir em investigações mediante ordem judicial)
Neutralidade da rede. Uma parte dos debatedores parece não entender o que significa a neutralidade (com razão, pois isto precisa ser melhor especificado no texto). A neutralidade na rede se refere a neutralidade no tratamento dos pacotes de informação que trafegam na rede. A defesa da neutralidade implica que uma empresa de telefonia, ou provedor de acesso, não pode inteferir nas transmissões para tornar um site mais rápido ou mais acessível que o outro. Em vários paises empresas de telefonia, tem desrespeitado, de maneira preocupante, este princípio, e deixam a conexão mais lenta para usuarios quando são usados serviços de voz sobre IP (Ex. Skype) ou quando trocam arquivos em redes P2P.
O endereço do site no qual ocorrem as discussões é:
http://culturadigital.br/marcocivil/debate/
Parte das discussões podem ser acompanhadas pelo Twitter
http://twitter.com/marcocivil
Obs. Tentei entrar no site em que ocorrem as discussões hoje dia 29 e não consegui me cadastrar e logar, espero que problema tenha sido resolvido ou o prazo prorrogado (novamente)
Ciber-debate, Variedades »
por Francisco Arlindo Alves
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Artigo que explora a natureza teórica de games pervasivos (PG).Elabora uma classificação definida em quatro “eixos” e discute mais detalhadamente as alterações das regras do jogo, as entidades de jogo, e a mecânica de jogo. Em seguida, reflite sobre a intercorrelação dos jogos e jogar, com ênfase especial na concepção de espaços que consistem em tangibilidade, informação e acessibilidade.
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[...] What makes a city nowadays? Is the city a spatial collection of physical buildings, neighbourhoods, squares and roads? Is the city the setting for a broad spectrum of social interactions between heterogeneous groups and individuals in large numbers and high densities? Is the city a place where people can fully develop and express their personal and cultural identities, contributing in all their diversity to a typical urban culture? [...]
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por Francisco Arlindo Alves
transmediale: Creativity as an Economic Resource, upload feito originalmente por Fräulein Schiller.
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[...] Whilst it is clear that there are general tendencies of erosion of labour standards, fragmentation of labour and intensification of working time, it is also clear that workers in some occupations, industries and countries are better able to resist these tendencies than others. The papers in this issue present a range of theoretical and empirical research from across Europe that seek to explain these differences, with results that are also relevant for audiences in other parts of the world.[...]
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[...] One of the reasons for the difficulty of adapting a museum to networked culture is that numerous misconceptions persist about that culture-even those who are savvy about art or the Internet do not often understand what it means to make art for the Internet. The following are ten myths about Internet art worth dispelling. [...]
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Open Call : 27 JULY – 7 AUGUST 2010. [...] Cellsbutton#04 will consist 12 days duration of the festival, focussing on educative artistic activities engaging local and global development and application in art,science and technology. As an annual international community-base festival, Cellsbutton#04 will be a cross collaborative starting platform for international artists, communities, scientists, researchers, lecturers, inventors, theorists, activists practitioners, to exchange knowledge that beneficial for the society. [...]
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[...] Teorias e práticas dos novos perfis da informação. Espaço dos pesquisadores, dos profissionais da informação – e dos que serão – para discutir os seus novos papéis e desafios.[...]
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por Francisco Arlindo Alves
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[...] (trecho) Se comprarmos um aparelho de som, e então levarmos para outra cidade, estado ou país, a tomada será a mesma e seu aparelho funcionará. Percebemos então o verdadeiro valor dos padrões. Na Web não é diferente, também é necessário haver padrões. Por isso que projetos como WaSP (Web Standards Project) surgiram no auge da desordem no desenvolvimento do sites. Eles foram um dos que impulsionaram a popularização dos Web Standards, fazendo a W3C (World Wide Web Consortium) ser conhecida por todos como uma autoridade e então ajudando-a a cumprir com seu papel.[...]
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por Francisco Arlindo Alves
“Se a hierarquia é o sistema de poder de sistemas centralizados, então poder heterarquico é o sistema de poder de sistemas descentralizados e autonomia responsável é o sistema de poder de sistemas distribuídos.” (Michel Bauwens)*
*Tradução livre de fragmento do texto: “Gerard Fairtlough’s triararchical typology of corporate power systems”
Publicado no P2P Foundation
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por Francisco Arlindo Alves
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[...] Em pleno cyberspace, todos somos produtores-consumidores; ou seja, está indo solenemente por água abaixo a velha e renitente distinção entre quem faz e quem frui. Na chamada “textualidade interativa”, o que é operativo é a poética da obra aberta em campo eletrônico digital. Para Risério, o que está em questão é todo o eixo autor-obra-receptor, não a dissolução do “autor”. O autor providencia o espaço, a cartografia, mas cabe ao usuário traçar o seu percurso. Nada autoriza a dizer (parodiando Mc-Luhan) que, assim como Gutemberg nos transformou a todos em leitores e a fotocopiadora nos converteu em editores, o computador pessoal está fazendo com que todos sejamos autores. [...]
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[...] Quando utilizamos um computador, teclados, rede, celulares, ou outra interface não estamos pensando no projeto de engenharia do software que o rege ou outra questão instrumental empreendida por cientistas, engenheiros, técnicos. Ao incluirmos tecnologias em nossas vidas, estamos agindo como humanos em seu meio ambiente, nada mais do que isso. As interfaces estão se adaptando de tal forma aos humanos e o cotidiano está sendo cada vez mais naturalmente vivido na condição de “seamless”, de um corpo sem costuras, sem emendas, por interfaces tecnológicas. Por outro lado, interfaces multissensórias são mais intuitivas, permitindo relações através de sinais biológicos como calor, respiração, ondas elétricas e cerebrais, batimentos cardíacos, da fala, da gestualidade respondida [...]
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por Francisco Arlindo Alves
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por Francisco Arlindo Alves
Agora você pode beber ou também ler FREE BEER. Está sendo lançada uma coletânea de textos que abordam o futuro da tecnologia e do software livre como elementos indutores de uma sociedade livre. A idéia surgiu com propósito de reunir as discussões feitas pelos palestrantes da última Free Software Conference em Gotemburgo – Suécia.
O livro reúne textos de pesquisadores, designers e hackers como Denis Jaromil Rojo, Rasmus Fleischer, Jeremiah Foster, Stefan Larsson, Mike Linksvayer, Smári McCarthy, Henrik Moltke, Nikolaj Hald Nielsen, , Johan Söderberg, Victor Stone e Ville Sundell.
Há também uma entrevista com RMS ou Richard Stallman, o ativista que criou a General Public License (GNU GPL ou GPL), que consolidou o conceito de copylef no mundo. A expressão Free Beer é um trocadilho criado por RMS ao dizer que o software livre não é “Free Beer” (cerveja grátis) mas “free speech” (liberdade de expressão) ou (discurso livre).
Mas é importante lembrar que Free Beer, antes de ser um livro, é também uma cerveja, que você pode beber e além disso, pode fazer. Em uma parceria com estudantes da Universidade de Copenhagen, o coletivo dinamarquês SUPERFLEX lançou em 2004 a cerveja FREE BEER (que aparece na foto), a primeira cerveja no planeta cuja a receita é pública e está estampada no rótulo e pode ser produzida por qualquer pessoa. Há relatos que a cerveja inicialmente era ruim (versão 1.0), mas ela tem sido aperfeiçoada gradualmente num processo semelhante ao Linux ou Wikipédia, de forma que agrega constantemente melhoramentos fruto das discussões e sugestões dos seus consumidores, mestres cervejeiros ou amadores. É um bebida em processo. Já está disponível a versão 4.0.
Existem outros projetos similares de bebidas abertas:
Opencola (um dos seus criadores é o blogueiro do boing boing, jornalista e escritor de ficção científica e Cory Doctorow)
O livro, a cerveja e o site estão registrados por uma licença creative commons que oferece o direito de modificar e até mesmo ganhar dinheiro com ela, desde que a produção seja disponibilizada usando a mesma licença.
É possível fazer o download do livro no site, ou comprar uma versão impressa.< Download Aqui >
Um brinde !
Ciber-debate, Salada total »
por Francisco Arlindo Alves
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Conteúdo tecnológico comunitário, de conhecimento, cultural, informativo e de compartilhamento com os povos originários e não indígenas licenciado por Creative Common… Levando o conhecimento a partir de uma mídia étnica e critica pelo olhar dos povos originários em alianças estratégicas para ensino e qualificação de não indígenas da área de TIC em Software Livre e Software Proprietários.
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Texto critica Matt Mullenweg. o criador do software para blogs WordPress e aborda o problema do nível precário de doações recebidas pelos desenvolvedores de software livre que atuam criando plugin do WordPress e oferece sugestões para reverter a situação.
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We have been through the full range of emotions and conceptual breakdown that comes with grasping the territory, the full logistical, business, social and philosophical implications of the Internet of Things.
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por Francisco Arlindo Alves
Depois de uma pequena pausa para descanso, este canal volta a sua programação anormal e irregular.
O retorno se dá por meio deste interessante vídeo que compara aspectos do Punk Rock e elementos das chamadas mídias sociais da internet.
Um olhar simultâneo sobre estes dois universos alimenta um campo diversificado de discussões. A idéia é que a internet e as novas tecnologias potencializem atualmente a mesma dinâmica de construção de alternativas de expressão fora do establishment, ao mesmo tempo que alimentam uma cultura DIY (abreviação de Do It Yourself, do inglês faça você mesmo) semelhante ao que ocorre no movimento punk.
Esta comparação tem influenciado a concepção de estratégias para Educação à distância como a “Edupunk“, e da mesma forma a adoção de práticas de criação livre inspiradas em ideiais hackers DIY, por meio de recursos como a placa Arduino e software livre. O assunto também já foi discutido brevemente no CIBERCRÍTICA, aqui e aqui.
O vídeo é uma dica do “Nós da Comunicação“, descoberta via twitter da @paulaborges.





