Capitalismo cognitivo, controle, negócios, aprisionamento e exploração
por Francisco Arlindo Alves
Já abordamos rapidamente em posts anteriores questões ligadas ao capitalismo cognitivo. Complementando esta discussão segue abaixo uma pequena lista de links com textos que analisam a colaboração e a participação nas mídias sociais e como elas são exploradas pelos grupos econômicos:
O primeiro é um tipo de manifesto anti-Myspace / Facebook (caberia o mesmo em relação ao Orkut). Este manifesto, é uma crítica contundente as corporações que comandam estas redes sociais. Segundo esta visão, estes grupos econômicos aprisionam os indivíduos, causam dependência e principalmente exploram seus participantes e seus laços sociais. Como resposta para escapar destas armadilhas, sugere que todos encerrem suas contas pessoais nestes serviços, e adotem soluções inspiradas no software livre ou código aberto como o Franklin Street Statement que é uma alternativa às praticas de cloud computing ou Identi.ca que é uma alternativa ao Twitter.
O manifesto esta em :
techno tranny slut
Este “manifesto” é uma das referências apresentadas em outra interessante discussão sobre as corporações, software livre e colaboração que estão presentes nos comentários de Raoul Victor reproduzidos no site da P2P Foundation por Michel Bauwens.
[aqui].
E é de Bauwens, uma outra dica de uma série de artigos sobre modelos de negócios ligados à estratégias de código aberto.
[aqui].
Trebor Scholz sugere uma conferida na discussão sobre controle, no contexto da ferramenta Latitude do Google que oferece a geolocalização dos participantes numa rede social integrada a celulares:
[aqui]
Para completar, a polêmica sobre questões que envolvem invasão de privacidade por ocasião do anuncio (oficial) do presidente-executivo da rede social Facebook, Mark zuckerberg, sobre a intenção de comercialização das informações dos 150 milhões de usuários do serviço.
[aqui]











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