por Francisco Arlindo Alves
[7 Feb 2010 | Comente ! | 7 views]
Em 2062 a família da série de desenho animado Jetsons, tinha uma empregada-robô de um modelo muito antigo e com a validade vencida chamada Rosie. Rosie nunca era trocada por um modelo mais avançado devido sua dedicação e amabalidade na execução das tarefas. Levava os chinelos a George Jetson, trazia sanduíches, lavava as roupas e ensinava as crianças a jogar basquete.
Pesquisadores coreanos do Korea Institute of Science and Technology inventaram que pode fazer tudo isso (menos o basquete).
Mahru-Z (R), que pode limpar uma casa, colocar roupas na máquina de lavar e colocar comida para esquentar no microondas. Cientistas afirmam que o robô poderia ser utilizado para trabalhar em condições muito difíceis ou perigosas para os seres humanos.
Resultado de pesquisas sobre robôs que demandam investimentos de 3,5 milhões de dólares anuais no Instituto Coreano, o Mahru-Z (R) possui um corpo humanóide, uma cabeça rotativa, braços, pernas e seis dedos. É equipado com visão tridimensional, capaz de observar objetos, reconhecer pessoas, identificar as tarefas a serem feitas e executá-las. O robô-empregado tem 1,3 de altura e pesa 55 kilos.
Imagens do site Flickr:


O diferencial do projeto é o mapeamento de ruas e vielas de comunidades de baixa renda – até então não realizado pelos serviços de pesquisa e visualização de mapas na internet – além do mapeamento de ativos dessas comunidades, realizado pelos próprios moradores.
Agora você pode beber ou também ler FREE BEER. Está sendo lançada uma coletânea de textos que abordam o futuro da tecnologia e do software livre como elementos indutores de uma sociedade livre. A idéia surgiu com propósito de reunir as discussões feitas pelos palestrantes da última Free Software Conference em Gotemburgo - Suécia.
O livro reúne textos de pesquisadores, designers e hackers como Denis Jaromil Rojo, Rasmus Fleischer, Jeremiah Foster, Stefan Larsson, Mike Linksvayer, Smári McCarthy, Henrik Moltke, Nikolaj Hald Nielsen, , Johan Söderberg, Victor Stone e Ville Sundell.
Há também uma entrevista com RMS ou Richard Stallman, o ativista que criou a General Public License (GNU GPL ou GPL), que consolidou o conceito de copylef no mundo. A expressão Free Beer é um trocadilho criado por RMS ao dizer que o software livre não é “Free Beer” (cerveja grátis) mas “free speech” (liberdade de expressão) ou (discurso livre).
Mas é importante lembrar que Free Beer, antes de ser um livro, é também uma cerveja, que você pode beber e além disso, pode fazer. Em uma parceria com estudantes da Universidade de Copenhagen, o coletivo dinamarquês SUPERFLEX lançou em 2004 a cerveja FREE BEER (que aparece na foto), a primeira cerveja no planeta cuja a receita é pública e está estampada no rótulo e pode ser produzida por qualquer pessoa. Há relatos que a cerveja inicialmente era ruim (versão 1.0), mas ela tem sido aperfeiçoada gradualmente num processo semelhante ao Linux ou Wikipédia, de forma que agrega constantemente melhoramentos fruto das discussões e sugestões dos seus consumidores, mestres cervejeiros ou amadores. É um bebida em processo. Já está disponível a versão 4.0.
Existem outros projetos similares de bebidas abertas:
Opencola (um dos seus criadores é o blogueiro do boing boing, jornalista e escritor de ficção científica e Cory Doctorow)
O livro, a cerveja e o site estão registrados por uma licença creative commons que oferece o direito de modificar e até mesmo ganhar dinheiro com ela, desde que a produção seja disponibilizada usando a mesma licença.
É possível fazer o download do livro no site, ou comprar uma versão impressa.< Download Aqui >
Um brinde !

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Upload feito por kasia.d
em 30 Mai ‘07, 8.26 BRST.
Depois de uma pequena pausa para descanso, este canal volta a sua programação anormal e irregular.
O retorno se dá por meio deste interessante vídeo que compara aspectos do Punk Rock e elementos das chamadas mídias sociais da internet.
Um olhar simultâneo sobre estes dois universos alimenta um campo diversificado de discussões. A idéia é que a internet e as novas tecnologias potencializem atualmente a mesma dinâmica de construção de alternativas de expressão fora do establishment, ao mesmo tempo que alimentam uma cultura DIY (abreviação de Do It Yourself, do inglês faça você mesmo) semelhante ao que ocorre no movimento punk.
Esta comparação tem influenciado a concepção de estratégias para Educação à distância como a “Edupunk“, e da mesma forma a adoção de práticas de criação livre inspiradas em ideiais hackers DIY, por meio de recursos como a placa Arduino e software livre. O assunto também já foi discutido brevemente no CIBERCRÍTICA, aqui e aqui.
O vídeo é uma dica do “Nós da Comunicação“, descoberta via twitter da @paulaborges.