por Francisco Arlindo Alves
[29 Jun 2009 | 2 comentários | 28 views]
Lembro de quando eu era criança, morando numa rua pacata, num bairro residencial da zona leste de São Paulo, e me deparava com dois ou as vezes três sósias de Michael Jackson durante o curto trajeto de uma simples ida ao supermercado para comprar pão. Parecia que o mundo havia sido “tomado”.
A sensação que a notícia da morte de Michael nos deixa, conforme descreveu Hector Lima em seu blog, é como se algo no patamar de Mickey Mouse, Super-Homem e McDonald’s tivesse acabado. O sentimento é estranhamente de um acontecimento inverossímel.
O interesse sobre o artista quase parou a internet. O gráfico acima mostra o pico de pesquisas sobre Michael Jackson no sistema de busca Google por acasião do anúncio de sua morte ( a empresa não divulga os números detalhados).
Com as mudanças nas mídias, talvez nunca mais, se reunam as condições para que um artista construa um sucesso da magnitude que Michael Jackson conseguiu durante a época de Thriller.
O sucesso de outros artistas, como Elvis Presley ou Beatles, diferente do de Michael, sintetizaram possivelmente em mudanças comportamentais mais profundas e na consolidação de uma cultura jovem, mas pode ser que mundo nunca tenha simultaneamente concentrado tanto a atenção num só artista como durante alguns anos da década de 80.
O fenômeno Michael Jackson pode ter sido o resultado da coincidência do momento máximo de um grande talento com o apogeu da estrutura centralizada das mídias em torno da televisão, que atingia universos de receptores nos contextos mais distantes e diversificados, numa fase ainda pouco afetada pelo vídeo ou pelo zapping do controle remoto entre os canais.
Com crescimento da internet, um sucesso tão abrangente pode não mais se repetir, devido a grande competição por atenção, e fragmentação do público em redes de “comunicação eletrônica interativa de comunidades auto-selecionadas” como afirma Castells.
Com um certo simbolismo, podemos considerar que com a morte de Michael tivemos o encontro de dois universos, o mundo da Internet (que ainda principia), e o mundo da televisão (que ainda domina, mas sente a influência de mudanças). A grande façanha deste encontro de diferentes mundos, foi reproduzir ainda que por alguns dias, o que aconteceu durante alguns anos na decada de 80:
O mundo parou para ver Michael Jackson...
______________________
Segue algumas repercussões:
O dia em que a Internet quase morreu
O pesquisador Marcos Palacios comenta sobre o pico de tráfego com 4.2 milhões de visitantes (mais que o dobro do normal) nas horas seguintes ao anúncio da morte de Michael Jackson. O fenomêno que a AOL denominou como “a seminal moment in Internet history”.
Os Gemidos da Internet sob peso de tráfego de Michael Jackson
O Ars technica usa este título sugestivo pra descrever como Twitter, o Google, Facebook, diversos sites de informação, e até mesmo o iTunes foram praticamente esmagados sob o peso do repentino aumento de tráfego Internet.
Infográfico interativo
O Jornal New York Times criou um infográfico interativo com as posições de Michael Jackson no ranking da revista Billboard. É possivel fazer comparações com outros artistas famosos como Beatles ou U2. Via information aesthetics
Maravilhoso trabalho dos estudantes da Vancouver Film School, Aaron Chiesa, Hendy Sukarya, Lisa Temes and Toru Kageyama. Um fantástico trabalho, exemplo de como podemos por meio de uma redação visual, transmitir informações graficamente de maneira interessante e impactante. Neste caso, o trabalho aborda a grande influência que os blogueiros exercem no Irã, o que incluse tem motivado muitas prisões conforme informa o Global Voices.
IRAN: A Nation Of Bloggers from ayrakus on Vimeo.
É uma estupidez. É pior do que estupidez... É uma campanha de marketing... Esta opinião sobre ascensão da Cloud Computing foi proferida esta semana pelo ativista político do software livre Richard Stallman e tem gerado polêmica.
Cloud Computing (computação em nuvem) é uma arquitetura de computação cada vez mais utilizada e que consiste na virtualização de aplicativos, processamento e armazenamento de dados. Exemplos de Cloud Computing mais famosos são os aplicativos do Google como Google Docs, Gmail ou o Adobe Photoshop Express, eles permitem que computadores menos potentes possam ter acesso a recursos poderosos em servidores na Web muitas vezes de forma gratuita.
O que os críticos da Cloud Computing alegam é que os serviços disponibilizados mais perigosos do que os do software proprietário tradicional, pois além do usuário não ter acesso ao código do software (como sempre aconteceu com o Windows), a própria produção usuário fica arquivada no computadores do proprietário do software (como acontece no Google). A inacessibilidade do código prejudica a inovação e oculta uso que empresas como o Google fazem de milhões de informações recolhidas em sua “nuvem”, o que gera suspeitas de estratégias de monopólio, controle e dominação.
A discussão entre prós e contras da fala de Stallman é polêmica, no Maestros del Web por exemplo, um fórum de desenvolvedores latino americanos, os defensores da Cloud Computing defendiam a praticidade e conforto de poder acessar dados de qualquer lugar e de usar recursos poderosos de computação de maneira gratuita, Leia o texto completo »
“Semiotics of the Kitchen” é uma clássica vídeo-performance de seis minutos, que faz um parodia feminista críticando os tradicionais papéis da mulher na sociedade moderna.
A autora Martha Rösler, nascida em Nova York, onde ela vive atualmente, é uma renomada artista, professora e conferencista que trabalha com vídeo, fotgrafia, instalações, escultura e performance.
Para saber mais
Para o filósofo italiano Antonio Negri (2003, p. 94) a “originalidade do capitalismo cognitivo consiste em captar, em uma atividade social generalizada, os elementos inovadores que produzem valor”. Fundamentada na obra “Grundrisse der Kritik der Politischen Ökonomie” de Marx, a proposição de Negri é que as recentes transformações na força produtiva determinam que o trabalho se torne uma atividade cognitiva, tendo como figura central, a ascensão do “trabalho imaterial” concebido como o “conjunto das atividades intelectuais, comunicativas, afetivas, expressas pelos sujeitos e pelos movimentos sociais”.
Na esteira do que foi preconizado por Negri e enfocando críticamente as atividades dos indivíduos na Internet, Tiziana Terranova (2000) elabora uma reflexão baseada na idéia do “free labor” (trabalho gratuito) em que os indivíduos abraçam prazeirosamente atividades produtivas sem remuneração ao mesmo tempo que são explorados economicamente. Neste sentido, podemos entender, por exemplo, sites como Youtube e Second Life apenas como grandes repositórios, sendo que todo seu valor consiste numa construção realizada por contribuições dos usuários. Nesta categoria se encaixariam inclusive o desenvolvimento voluntário de softwares open-source, ao se constatar que este tipo de trabalho é cada vez mais executado em harmonia com grandes projetos de empresas com um estrutura patronal como no caso da IBM.
Trebor Scholz sugere a existência de uma ideologia de participação Web 2.0, se tornando uma ideologia do trabalho imaterial gratuito. Scholz remete ao crowdsourcing, uma adaptação do outsourcing que abrange entre suas modalidades a terceirização. Utilizando este recurso, uma empresa pode transferir uma atividade interna para um grupo grande de pessoas executá-la externamente a um custo inferior. No contexto da chamada Web 2.0, em contrapartida de uma suposta gratuidade de serviços oferecidos na Internet, as pessoas revelam informações sobre seus gostos e preferências e agregam valor a estes serviços. Entretanto, em oposição a esta visão, outros pensadores como Tapscott e Williams (2007) em seu trabalho “Wikinomics”, entendem estas práticas como uma dinâmica de trocas vantajosas para ambas as partes, constituindo novos e interessantes paradigmas nos modelos de negócio.
Discutir modelos de negócio de plataformas de serviços na Internet implica em entender as diferentes estratégias de geração de renda para estes serviços. Entre outras, estas podem ser: a apropriação da criatividade do usuário, a venda da atenção para anunciantes, a montagem de valiosos bancos de dados com as informações sobre preferências e gostos, apoios financeiros por meio de incentivos fiscais ou doações.
A relação da “cibernética, trabalho e capital” tratados por Donna Haraway (2000) em seu “Manifesto Ciborgue” é uma das principais referências de Terranova (2000) ao tratar o free labor (apesar da antipatia de Haraway a Marx). De fato ao analisar este tema, bem como os modelos de negócio é adequado lembrar o “jogo mortal” para que Haraway alerta quanto “à mudança: de uma sociedade industrial, orgânica, para um sistema polimorfo informacional; de uma situação de “só trabalho” para uma situação de ”só lazer” que significa “a transição das velhas e confortáveis dominações hierárquicas para as novas e assustadoras redes” que ela define como “informática da dominação” (2000, p.65).
Referências
HARAWAY, Donna. Manifesto ciborgue: ciência, tecnologia e feminismo-socialista no final do século XX. In: SILVA, Tomaz Tadeu da (org). Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano. Belo Horizonte: Autêntica, 2000. Existe um tradução colaborativa online desta obra no interressante projeto Deriva
Marx, Grundrisse der Kritik der politischen Ökonomie [Esboços de uma crítica da economia política], Berlim 1953
NEGRI, Antonio. Cinco lições sobre império. Tradução: Alba Olmi. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
SCHOLZ, Trebor. Market Ideology and the Myths of Web 2.0. First Monday, Volume 13, Numero 3.
TAPSCOTT, Don e WILLIAMS, Anthony. Wikinomics - Como a colaboração em massa pode mudar seu negócio. Tradução: Marcello Lino. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,2007.
TERRANOVA, Tiziana. Free Labor: Producing Culture for the Digital Economy, Social Text. vol. 18, número 2, páginas 33-57. 2000
Divulgação deste evento importante que acontece hoje em São Paulo. Abaixo reproduzo o texto sobre o ato do Blog do ativista Sergio Amadeu:
“A Internet é uma rede de comunicação aberta e livre. Nela, podemos criar conteúdos, formatos e tecnologias sem a necessidade de autorização de nenhum governo ou corporação. A Internet democratizou o acesso a informação e tem assegurado práticas colaborativas extremamente importantes para a diversidade cultural. A Internet é a maior expressão da era da informação.
A Internet reduziu as barreiras de entrada para se comunicar, para se disseminar mensagens. E isto incomoda grandes grupos econômicos e de intermediários da cultura. Por isso, se juntam para retirar da Internet as possibilidades de livre criação e de compartilhamento de bens culturais de de conhecimento.
Um projeto de lei do governo conservador de Sarkozi tentou bloquear as redes P2P na França e tornar suspeitos de prática criminosa todos os seus usuários. O projeto foi derrotado.
No Brasil, um projeto substitutivo sobre crimes na Internet aprovado e defendido pelo Senador Azeredo está para ser votado na Câmara de Deputados. Seu objetivo é criminalizar práticas cotidianas na Internet, tornar suspeitas as redes P2P, impedir a existência de redes abertas,
reforçar o DRM que impedirá o livre uso de aparelhos digitais. Entre outros absurdos, o projeto quer transformar os provedores de acesso em uma espécie de polícia privada. O projeto coloca em risco a privacida de dos internautas e, se aprovado, elevará o já elavado custo de comunicação no Brasil.
Gostaríamos de convidá-lo a participar do ato público que será realizado no dia 14 de maio, às 19h30, em defesa da
LIBERDADE NA INTERNET
CONTRA O VIGILANTISMO NA COMUNICAÇÃO EM REDE
CONTRA O PROJETO DE LEI SUBSTITUTIVO DO SENADOR AZEREDO
O Ato será na Assembléia Legislativa de São Paulo e será transmitido em streaming para todo o país pela web.
PLENÁRIO FRANCO MONTORO
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO
AV PEDRO ALVARES CABRAL S/N - IBIRAPUERA
O Ato também terá cobertura em tempo real pelo Twitter e pelo Facebook.
Contamos com a sua presença. “
Diversas publicações no mundo, como por exemplo as revistas The New Yorker e Time estão publicando artigos prevendo o fim dos jornais. Esta morte anunciada tem como um dos seus principais fatores a decadência do jornal impresso, e neste cenário pessimista o recente lançamento do novo leitor de documentos eletrônicos da Amazon, o Kindle DX, foi recebido como uma potencial tábua de salvação para um futuro improvável. Com sua tela maior, ele se adapta de maneira mais eficiente a leitura do tipo de conteúdo produzido por jornais.
Grandes publicações têm visto suas receitas caírem com a diminuição das vendas da versão impressa e baixo retorno da publicidade de suas versões online. Como estratégia para reverter esta situação, New York Times, Washington Post, Boston Globe pretendem oferecer “gratuitamente” o Kindle aos assinantes que não puderem receber o jornal impresso onde residem. O leitor da Amazon pode proporcionar em sua tela uma legibilidade tão boa quanto o papel impresso, por meio de sua tecnologia de tinta eletrônica sem emissão de luz. A leitura se torna menos cansativa do que nas telas dos computadores, e pode ser feita de qualquer ângulo ou sobre a luz natural. A intenção das empresas jornalisticas em valorizarem as assinaturas pode configurar uma tendência de um retorno a idéia de conteúdos fechados aos assinantes.
Esta semana o respeitado escritor e jornalista americano Gay Talese disse em entrevista na folha: “...New York Times... se encontra em uma situação econômica alarmante.. Vários erros foram cometidos ali. O principal deles foi terem aberto seu conteúdo on-line...” . A questão é se ainda é possivel de voltar atrás diante das tecnologias disponíveis hoje em dia.
Pensando no jornal impresso em termos de usabilidade no meu dia-a-dia, procuro otimizar meu tempo tentando ler o jornal, no metrô ou no ônibus ou na hora do almoço dentro de restaurantes que consistem em lugares apertados, cheios de pessoas competindo por um pouco de espaço. Mas nestes ambientes uma das coisas que mais me atrapalha no jornal são as suas dimensões. Quando o formato da publicação é o “tablóide europeu” (Zero Hora, 25 cm x 35 cm) tudo bem, é mais fácil... mas quando o formato é standard... (Folha de São Paulo) ler um jornal se torna um grande exercício de contorcionismo, malabarismo, estratégias de demarcação de territórios e técnicas japonesas de origami.
Uma das vantagens alardeadas do Kindle DX é sua tela maior, o que chega a ser uma boa vantagem com relação a este meu problema quando comparamos seus 10 centímetros aos aproximadamente 56 centímentros do formato standard Folha de S.Paulo. (Mas espero que em breve inventem um Kindle “dobrável”)
A idéia de escrever este texto, foi inspirada na leitura de um post no blog do pesquisador Alex Primo em que ele fala de sua experiência de ler um jornal: “...A leitura de um jornal faz parte de nossos hábitos. Gosto de ler a Zero Hora de manhã na mesa do café. Seria muito chato levar o notebook para a cozinha! E leio a Folha de São Paulo durante o almoço...”
Refletindo sobre isso, em termos do que podemos sentir ao experienciar a leitura de um jornal impresso, o Kindle pode ser uma faca de dois gumes para as empresas jornalísticas, resolve sob o ponto de vista do conforto e comodidade facilitando a leitura de conteúdos jornalísticos mais aprofundados, mas pode eliminar o que era uma vantagem e motivação de se comprar um jornal impresso, acirrando a competição entre conteúdos disponibilizados gratuitamente pelos usuários na internet e os criados pelas empresas jornalísticas. Enquanto o Kindle não disponibilizar uma interface para Web esta competição poderá ser adiada, mas isso parece uma questão de tempo até que estas telas com maior legibilidade cheguem a todos computadores e laptops e smartphones.
Sobre estas novidades tecnologicas, uma das coisas que me incomoda um pouco é ter que atravessar a cidade carregando mais uma parafernália, além do laptop e celular e outras bagagens tecnológicas. Espero que haja uma evolução, na direção da convergência em seu sentido clássico, como preconizava por Negroponte no MIT no final dos anos 1980 que vem a ser um convergir de aparelhos e tecnologias. Já a convergência em sua conceituação mais moderna é um modelo mais abrangente que atinge não só aspectos tecnológicos e econômicos mas também culturais como tem proposto Henry Jenkins. E neste contexto o jornal tradicional vai se tornando cada dia mais, um tipo de cadáver impresso frente aos gigantescos fluxos de conteúdos que se deslocam pelas redes, e o grande dilema dos jornais é encontrar um novo formato e um novo modelo de négocio que se adapte a esta nova realidade. Será este um fim de um começo ou o começo de um fim ?
Referências:
Cultura da Convergência - Henry Jenkins.
Vida Digital - Nicholas Negroponte
New Maps for Old?: The Cultural Stakes of ‘2.0′ - Caroline Bassett
Poderá o Kindle DX salvar os jornais? - Alex Primo
Jornal: o cadáver impresso - Jardel Dias Cavalcanti
Lembro que uns tempos atrás tentei começar a colaborar com a Wikipedia em português escrevendo um artigo sobre o FILE - Festival Internacional da Linguagem Eletrônica que é um dos mais importantes eventos de arte e tecnologia do Brasil.
Estava começando a escrever colocando as informações básicas, onde era o festival, do que se tratava, sua relevância internacional, os artistas que participavam. Meu artigo não foi aprovado porque, segundo o administrador, o festival não foi considerado um tema relevante.
O censor provalmente não entendia nada do assunto e esperasse uma fonte do Portal G1 (que tem pouca relavância para tema) no lugar de link para os trabalhos de artistas e teóricos de importância internacionacional como um Ted Nelson.
O que acontece é a ironia de termos um link para este importante festival brasileiro na Wikipédia em inglês e simplesmente não existe um verbete na versão em português .
Isso apesar da própria Wikipédia em português confirmar num artigo sobre arte interativa que na “América do Sul o maior evento é o File Festival que acontece na cidade de São Paulo no Brasil”.
———————-
Esta é uma reprodução de um comentário que fiz a um texto no Blog do Pedro Dória em que ele faz uma crítica aos censores na Wikipedia em português, que acabam desestimulando a colaboração, o que torna o ambiente pobre em contribuições. Pedro reforça o que também foi exposto há pouco tempo por Juliano Spyer no Nãozero denunciando uma mentalidade colonialista, que parece bem o que acontece neste caso do FILE.
Artigo wikipédia em inglês sobre o File Festival
[ aqui ]
Artigo sobre arte interativa que afirma a importância do FILE, em contradição do que afirmou o administrador (Espero que não apagem!)
[ aqui ]
Na WIRED, artigo de Lula com comentários do badalado escritor de ficção científica Bruce Sterling fazendo irônias aos Estados Unidos quanto ao fato de Lula ser supostamente um socialista.
No momento não tenho postado muito pois estou na fase de finalização de minha dissertação de mestrado, por enquanto deixo voces com o cult-movie ciberpunk japonês Tetsuo: The Iron Man de 1989 do diretor Shinya Tsukamoto
Fluid Sculpture é uma criação do artista Charlie Bucket e faz parte do projeto Casual Profanity. Trata-se basicamente de um cesto confeccionado com tubos hospitalares trançados, no qual são inseridos líqüidos de diversas cores, proporcionando uma interessante diversidade de padrões visuais. O fluxo dos liquidos é controlado por pequenos motores ligados a uma placa arduino. A idéia é futuramente desenvolver uma peça que seja totalmente vestível pelas pessoas. O trabalho será exibido no festival Maker Faire em São Francisco (EUA) que um evento especializado na cultura “Do-It-Yourself” (Faça voce Mesmo).